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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O Apagão

Era uma terça-feira quase como qualquer outra costumava ser. Aquele cansaço habitual do fim do ano com o sono pesando durantes as aulas chatas que vão se terminando. A diferença era que eu tinha combinado com o Fantuzzi de terminar os relatórios de TCQT, na casa dele depois da aula. A história daquele dia mudou quando, depois de jantarmos nossa pizza do AlCapone, eu sentei diante do computador e repousei minha mão sobre o 'mouse'.

De certo já vi a luz faltar por várias vezes na minha vida, mas nenhuma dessa forma. Não foi um estalo súbido, do qual somos, rapidamente, engolidos pelo escuro. Foi gradual e oscilante, como em uma cabana perdida no meio de uma estrada em um bom filme de terror. Do reflexo, somente o desligar o estabilizador para não perder o trabalho de vez. Começava aí a aventura.

Imersos nas risadas de desespero, tomamos telefonemas para logo descobrir que toda a cidade estava na mesma situação obscura. Com a continuidade do trabalho totalmente prejudicada resolvemos, então, observar os resultados deste incidente, ao menos na Zona Sul. E tudo o que tinhamos era uma lanterna.

Subimos e descemos os oito andares do prédio duas vezes, ajudando uma moça que chegava com suas compras (para buscar os chinelos que haviamos esquecido e deixar o Lucca em casa também). Ao chegar na rua, enfim, a imagem era incrível. Para falar a verdade, me lembrei de tantos filmes que nem conseguiria colocar todos aqui.

Não sei se o mais interessante é o que vimos ou o que não vimos. De fato, muito pouco vimos. Fossem as três garotas fazendo movimentos suspeitos perto da placa de trânsito, a estranha filmagem que estava acontecendo no fim da praia, os pré-jacks no calçadão, o inusitado Horti-Frutti totalmente iluminado, a torcida de rua, as belas damas na porta do Copacabana Palace.

A verdade é que tinhamos o poder, tinhamos a luz. Uma inversão dos valores acontece rapidamente nessas situações. O mais incrível era poder escolher entre enxergar ou não a rua com o apertar de um botão.

Voltamos para casa quando cansados de andar (e de subir escadas). Resolvemos acompanhar as notícias no rádio. O repórter perdido, enquanto informava alguns bairros que já possuíam luz direto das informações dos ouvintes no Twitter, como Flamengo e Botafogo, acabou por soltar que "o Vasco também voltou". Sim senhores, o Twitter garantiu a cobertar ao vivo do Apagão (claro que confiabilidade zero das notícias).

Ao menos uma coisa o repórter acertou, a luz voltou precisamente à 01:00 de hoje e, bem, lá fomos nós trabalhar. Acreditando ou não, até que rendeu um pouco, apesar de tantos imprevistos.

Lição do dia: Chaer e Saramago, lado a lado, é um mal presságio.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

A antipatia e os fones de ouvido

De certo não sou a pessoa mais sociável do mundo. Não vou entrar no mérito de causar uma boa primeira impressão nas pessoas, deixarei esta discussão para outra ocasião. Vou falar de uma prática simples do ser humano que, em geral, faço pouco apreço: o papo. Mas acalmem-se. Não falo de boas conversas com os amigos, mas sim dos assuntos desnecessários e burocráticos para "fazer" o social.

Se você é como eu e simplesmente gosta de ficar sozinho no seu canto, como diria um famoso personagem da TV: "Seus problemas se acabaram-se!". Sim! Isso mesmo! Inventaram os fones de ouvido!

Aí vem a parte que você aí pensa: "Mas que idiotice esse garoto está dizendo! A muito já os inventaram!". De fato. Mas hoje, eles estão por todos os lados, e isso faz toda a diferença.

Lá está você (no caso: eu; mas, enfim.). É uma quarta-feira, 07:30 da manhã. O ônibus está cheio. Você está com sono porque o House, o Adriano ou o Gérson (respectivamente, o médico do seriado, o jogador do Winning Eleven e o professor de Espectroscopia) não deixaram você dormir cedo na última noite. Seu time não vai lá muito bem. As provas muito o aborrecem. Você só queria curtir o prazer do seu silência. Eis que você encontra AQUELE conhecido! Sim, AQUELE!

Um cara qualquer da faculdade, que sabe seu nome porque te viu em alguma comunidade do Orkut e não tem muita coisa em comum com você, além de, por algum motivo sobrenatural, ter marcado a mesma opção de curso no vestibular. E, pasmém, ele poderia estar do lado de qualquer uma das outras 60 pessoas daquele ônibus empelotado de gente, mas não! Ele está exatamente do seu lado.

Daí ele começa com a argumentação. As perguntas sobre as matérias, a grade e por aí vai. O assunto não passa disso, e ele insiste no papo. Eis que vos trago a solução (ou as soluções): os fones de ouvido. Sim! Sim! Bendita seja a inclusão digital.

Tão fácil é se ter um mp3 player no bolso, ou até com celular com tal recurso, que ouvir música por todos os lados já se tornou um hábito comum a maioria das pessoas. E como a sociedade reage a isso? Como se você estivesse apenas ouvindo a sua música. É como quando você lê um livro no ônibus, por exemplo. Se alguém tenta o papo, ao menos respeita o fato de você não dar atenção.

Essa nova visão da privacidade mudou bastante as coisas (para mim, pelo menos.). Por exemplo: antigamente eu era o menino antisocial da academia que não falava com ninguém. Agora, sou um rapaz que tem gosto musical diferente e gosta de apreciá-lo de maneira independente. Interessante não?

Se você não dá papo para o colega do ônibus, não é que é antisocial, metido ou coisa do tipo. Simplesmente estava alí, fazendo o que faz todo dia: ouvindo sua música. Por quê alguém cometeria a indelicadeza de incomodá-lo?

Querem testar? Uma coisa que os fones de ouvido fazem magicamente. Eu sempre tive minhas épicas viagens ao InfoCentro, em busca das coisas mais variadas e ocultas do mundo da informática. Qual era o inconveniente? O clássico: "Posso ajudar?". Agora coloque um fone de ouvido! Sim, desligado mesmo! (Puta merda, eu já fiz isso. De fato sou antisocial.). Aha! Nada de perguntas! Nada de oferecimentos de ajuda! Você procura o que quer e só pergunta ao vendendor quando estritamente necessário (tirando um dos fones, ao menos, é claro.).

Então, vejam a minha evolução! =D

Bem, não sei qual a profundidade disso, mas só queria relatar esses novos hábitos da nossa sociedade tecnológica. E viva a inclusão digital! (E a exclusão dos chatos!!!)

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Boliche totalmente emocionante


Atentem para a minha pontuação e a do meu amiguinho Erick.

Vitória por um pino maceteado na canaleta da direita da pista!!!!!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Um ano de "Stream of Wishful Thoughts"

Ahhh! Um ano! Puxa, quem diria!

A um ano atrás, estava eu escrevendo pela primeira nesta página, num aniversário bem desanimador que tive, visitando minha irmã no hospital e assistindo a eliminação do meu time em uma goleada de três gols. É, ela melhorou e duas semanas depois comemoráva-mos o bicampeonato.

Foi o vígesimo ano agitado da minha vida. E, assim como eu pretendia, esta página serviu bem ao seu trabalho de registrar os fatos mais interessantes desse tempo. Não vou me estender em uma espécie de restrospectiva, pois acho que o arquivo já fala por sí só.

Assim sendo, foi um ano de muito trabalho, diversão e redescoberta do caminho. O tal caminho da felicidade. Novos tempos senhores, que venham mais palavras!!

E parabéns para mim pelos 21 e obrigado a todos os loucos que me aturaram, tanto nesse tempo todo quanto ontem na comemoração!

domingo, 5 de abril de 2009

XVII Semana da Química




Sim! Enfim! O fim!

Esse foi um ano de muito (muito!) (MUITO MESMO!!!) trabalho para todos nós. Todos uma pinóia, mas assim sendo, fico com a generalização para não menos fazer do trabalho alheio. Pelo menos foi muito mais equilibrado do que em tempos passados.

Inventamos um monte de coisas para destruir a filosofia do "Sempre foi assim" empregnada na alma da Comissão. Criamos, assim, bem mais trabalho do que esperávamos. De inscrições pela internet ao encerramento com a COSQ Band, arrumamos várias ocupações para nossos tempos não tão vagos assim. E sabem o mais incrível? Cada segundo vale a pena no final.

Essa última Semana foi uma experiência bem especial para mim. Não por que assisti um curso interessante ou conheci um professor com quem pretendo trabalhar no futuro, mas sim por que pude sentir o prazer em trabalhar. Me esqueci de assistir as poucas aulas que não fui liberado e das matérias que tinha para estudar. Me dediquei unicamente às atividades propostas (ou não) e fui recompensado pelo fruto do trabalho. É, não existe nada melhor do que isso.

Não sei exatamente como explicar mas perdi um pouco do prazer da estática habitual da faculdade. Daquilo de sentar e estudar, se preparar para provas. É como se tivesse sido tirado do mundo mágico do adestramento de futuros alunos de pós-graduação e levado para o mundo real, onde se trabalha e as coisas acontecem. Não importava o CR ou as matérias que já havia feito, valiam as habilidades pessoais, obtidas de maneira particular e peculiar. De alguma forma, despertou em mim algo novo. Algo para lembrar que ainda vale a pena.


Voltando a Semana, não posso deixar de lembrar dos momentos de diversão que tivemos e, boa parte deles, devemos aos rádios de comunicação. Quando compramos aquilo, a última coisa que poderíamos imaginar era ouvir o Sérgio afirmando sua situação de membro, a leitura da Bíblia Sagrada, o esquema do Aeroporto, o clássico infantil "Quem quer casar com a Dona Baratinha?", além das piadinhas obrigatórias de primeiro de Abril.

Verdade que sentirei saudade de tocar também. Do louco Fantuzzi, do sempre sério Francisco, da perfeccionista Laura, do egocêntrico eu e, obviamente, do lendário DJ Mr. Bozo. É, música sempre deixa saudade. Nosso set-list extremamente eclético, mas que soou divertido e agradável para qualquer um presente. Agora terei de seguir em frente, mesmo não sabendo direito como.

Da habilidade de se divertir em meio a tempestades tiramos essa semana de cansaço de uma maneira bem leve. Apesar dos problemas e confusões, acredito que, mais uma vez, demonstramos a nossa capacidade de realizar algo tão grande mesmo quando apenas tão desprezados alunos de graduação. Assim sendo, até a próxima edição e, até lá, mais e mais trabalho!

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Recuperação do Active Desktop


É o que acontece após um longo dia de caminhada no Barra Shopping (meu pé com band-aid que o diga).
Não encontrei o presente, mas encontrei Jesus.
A Livraria da Travessa é o máximo, aliás.

Na imagem, um erro evidente do Windows destruindo todo o trabalho de publicidade. Quando essa gente vai aprender?

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

O Novo Wal Mart Campinho


Eu nunca imaginaria como um supermercado seria capaz de incomodar a minha singela existência. Até parecia bastante interessante essa alimentação do comércio local com um mercado de peso, para competir com a falida Sendas e o pífio Prezunic, entretanto, apenas o caos está sendo abastecido.

Até era compreensível o problema criado no trânsito durante o período de construção, afinal, é até inevitável uma mudança no fluxo dos carros da região. Meu único desejo era que não se espalhasse depois do fim das obras, e adivinhem o que aconteceu?

Foi uma idéia genial. Começo do último mês do ano, todo indivíduo recebendo seu pragmático décimo terceiro, um novo e chamativo empreendimento comercial e, claro, promoções totalmente surreais. Assim sendo, todos os ocupados e semi-desocupados da região resolveram pegar seus malditos veículos automotores particulares e partir em carreata, como se o próprio Papai Noel tivesse chegado.

Então vamos voltar a boa e velha matemática. Considerando o estado atual do trânsito da região, como eu mesmo digo, já era um milagre não ter problemas desse nível, temos as seguintes variáveis: quantidade de ruas, com suas quantidades de pistas agregadas; número de veículos transitando; velocidade dos veículos. Aumentamos o número de veículos em uma via e, logo, criamos um problema. Aumentamos agora em duas vias, sendo uma delas, da genial saída do estacionamento, minúscula, mais do que um problema. Imagine agora aumentar o número de veículos e ainda colocá-los em uma fila a espera de vaga no estacionamento? Sim senhores, lhes apresento o caos.

Desta forma, travaram todas as principais vias de trânsito aqui da região e, eu, mero mortal tentando chegar a faculdade e voltar para casa, tenho pago todos os meus pecados neste trajeto. Nos últimos dois dias, perdi vários minutos úteis da minha vida em um engarrafamento sem sentido (e sem opção) indo e percorri a pé o trajeto dois-pontos-antes-do-viaduto-de-Cascadura até a minha casa, na hora da volta.

Haja disposição. Tanto para mim, quanto para quem se estapeia por uma televisão de 42" dentro do Wal Mart.
Espero que o caos passe, afinal, uma hora a variável quantidade de dinheiro da população (que eu propositadamente não citei) chega ao seu fim, tal qual a procura por produtos. Do contrário, perderam um cliente. Talvez até, vários.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Motorista

Mesmo sem muito tempo, venho aqui relatar minha aventura do dia. Hoje, a terrível saga da auto-escola chegou ao fim para mim. Pelo mais temeroso que tenha sido repetir a prova de direção, tudo ocorreu bem. Minhas cinco horas de espera em baixo do sol foram recompensadas.

Claro que não teria tido a menor graça sem a emoção de deixar o carro morrer na baliza e ficar o caminho inteiro teimando que olhei para o retrovisor e dei as setas. Até que os examinadores, dessa vez, eram muito gente boa.

Então sociedade, se prepare.
Só falta o carro.
Pelo menos tenho a sensação de dever cumprido, e de nunca mais ter que ir na auto-escola de novo.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Garotinhos juvenis...

...Criados a leite com pêra, a pão com "mortandela"!!!






Eu acho que nunca vou parar de me surpreender com o mundo.

Nesta sinistra quinta-feira, Mendes e Erick me esperaram para irmos embora após terminar meu horário de monitoria do LIG. Descemos então para o pragmático ponto do ônibus do CT, onde fomos abordados por duas simpáticas senhoritas trabalhando na divulgação da Mortadela da Sadia. Num misto de carisma e cara-de-pau, não satisfeitos de termos ganho um pão cada um, pedimos mais um!

Poderia ter terminado por aí, se não tivessemos agradecido as meninas de dentro do ônibus depois, assinando nosso certificado de malucos.

Haja aventura quando o assunto é voltar tarde para casa...

Waffles !!!

domingo, 31 de agosto de 2008

31 de Agosto de 2007

31 de Agosto de 2007.

Que dia. E um dia daqueles, de eu colocar um post inteiro sobre, mas não para que se leia (já que ninguém lê), mas para que simplesmente eu não me esqueça de nenhum detalhe.

Começou como um dia normal, acordar um pouco tarde (uns cinco minutos), então correr pra tomar banho e andar rápido para não perder a van, que aliás, eu perdi por questão de o que... menos de uns cinco minutos!!! Eu cheguei a vê-la antes.

Eis então que as duas primeiras cenas inusitadas do dia acontecem...
A primeira foi eu ver ao vivo um 910 sem vidros amarelos e com bancos, e acredite, acolchoados. A segunda foi chegar ao jornaleiro e ver que a CoverGuitarra do mês de Setembro já chegou xD e tem uma incrível matéria de tapping, que eu aliás andava estudando sozinho...

Pois bem... até aí tudo normal. Peguei a van seguinte, li um pouco da Cover enquanto esperava a van encher... e lá vou eu para o Fundão, cortando caminhos velozmente e chegando vinte minutos antes da aula no CT (8 horas)... Apesar do motorista ter deixado na esquina e bem no meio da rua e eu quase (QUASE MESMO) ter sido atropelado por um ônibus Niterói, esse não foi o fato mais bizarro do pré-aula. Encontrei o Tuninho no elevador, com seu uniforme de judô, comendo tapioca e querendo saber o resultado do jogo do Vasco. E então cheguei na sala.

E era A Aula do dia. A última aula da Susan como nossa professora de cálculo, já que o Adriano (titular) está em recuperação (última?). Quando cheguei todos já tinham chegado e estavam no corredor esperando a professora e a chave da sala, menos o Erick, que pela 3a vez seguida faltava a aula. E ela chegou, e como chegou. E sem a chave, Rene se dispôs a buscá-la na secretaria (tinha que ser...) e no meio de muitas risadas efetuou a incrível corridinha a lá clipe de metal melódico, e até a professora riu. Quando ele chegou e abriu a porta, todos batemos palmas no corredor.

É, e a aula nem começou. Aliás, o Erick chegou logo depois disso, e sentou do meu lado para garantir o entretenimento. Entre vários comentários sobre a aula, sobre a professora, dúvidas, perguntas idiotas, lembranças do "Exercícios Bom" e "É para fazer o trabalho e não para ficar olhando pra mim" se passaram as duas e inesquecíveis horas da manhã, e assim se foi embora a professora e a nossa ferramenta de implicância com o lado feminino da turma.

Criamos então a Lista do Pistoleiro. Uma lista, como o nome obviamente sugere, que se refere a todos os filhos da puta que queremos, por algum motivo, tirar do mapa.

Chegou a hora vaga do almoço. É, aquela coisa, PingEXP, orkuts alheios, ouvir Slayer no CAIQ (e espantar pessoas ecléticas), passar de fase no Riddle, caminhar até o bloco H com o Fantuzzi (e ver a Susan no caminho duas vezes), almoçar no Carandirú com Erick e Rene, com direito à saga de GalhowsMan, Comê-la e Pica-Pau, do Bonde do Pica-Pau Amarelo, além de vários conselhos sentimentais (sentimentais?)...

Veio então a aula do Hannibal, e acho que essa parte não tem muita história, afinal, quem vai querer saber de decomposição de vetores de força e leis de Newton?

O horário de ócio retorna após a três da tarde, quando encontrei um Rene enlouquecido na ligação ABC, xingando o mundo por ter esquecido de um pequeno convite... E voltamos para o bloco G, e para o A, e para o CAIQ.

Lá estava Erick estudando FisQui e/ou cochilando (bolinhas quebradas), vieram conversas sobre livros no laboratório de InorgExp., buscas de itinerários abortados (acabei não indo ao show da professora do meu pai graças ao trânsito recente do Fundão).

Eis que surge ele. O Cara Estranho (ainda não apelidado). Assim como na sexta feira passada, chegou assustadoramente ao CAIQ e lá permaneceu sem nada fazer, apenas observando os jogos de cartas insanamente. Encontramos então a diretora do IQ, que por sua vez chamou o vice, que por sua vez chamou o segurança, que por sua vez chamou O Cara, e assim se retiraram do IQ. Nesse meio tempo, eu, por minha vez, chamei o pessoal do laboratório para ver a cena.

Novamente ócio. Uma ida ao Campeão, Erick levando um Hippon da Nívea na escada ao tentar ganhar a corrida e o direito de tacar o salgado do sétimo andar, retorno do Rene com histórias assutadoras da física 2. Era hora de juntar o pessoal e partir para o Mangue.

E lá foi o Bonde do IQ... no ponto do ônibus surgiu o famoso Petrópolis, e depois de deu dizer que o Cubinho o havia perdido ele brotou do inferno na minha frente e pegou o ônibus. Bem, muita zoação com os outros bondes e professores malditos...

Essa parte do Mangue não entrarei em muitos detalhes, mas vale lembrar dos biscoitos fofura, dos ambientes de pagode e funk, da falta de atitude (né maldito?), do cartaz "vai se fuder", do "colega! quer ficar com vc", da mina bêbada que levou o capote de verdade onde eu tava, do gordão que tava desenrolando quando a calça dele caiu, de mais falta de atitude, e de muita zuera.

No caminho até casa, teve o carro que molestou a Nívea (sim, o carro vermelho), o Rene pegando o ônibus sozinho e deixando a menina sozinha lá, meu conto sobre como deixei de ser bonzinho, o ônibus que pára fora do ponto e não pára no ponto, a Avenida Brasil, o pagode da Avenida Brasil, o Salsichão que o Erick gosta (quem diria... uhauhauah) e o 355 que morria na ladeira e que espertamente errou o caminho!!!

É, lá vim eu pra casa, respondi scraps do emo que me xingou do nada, de assuntos musicais, de trabalho, fiz um player pro Fantuzzi, atualizei o site do Rene, baixei o cd do Elvenking (que ouvirei logo que terminar aqui) (graças ao link do Cleber), enfim, curti o fim do dia, e agora escrevo sobre ele...

Esqueci que a matéria da aula de cálculo 4 foi convulsão... motivo pelo qual eu e Erick rimos a aula inteira.

Puxa, que vida boa.
Muito Obrigado!
Carlos Eduardo






Originalmente postado em Bards Around, em 31 de agosto de 2007, há um ano atrás.

E pensar que, a coisa mais importante que aconteceu esse dia, eu nem citei.
Agora nem vivo mais sem ela.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

A primeira aula de Quântica


É. Não fui eu que fiz isso, aliás, é de extremo mal gosto, mas merece o meu registro, de qualquer forma.

Hoje foi a primeira aula, aula mesmo, da disciplina que, de alguma forma, é como se eu tivesse esperado por ela toda a vida. E foi tão assustador quanto eu sempre pensei. Matemática insana, operadores hamiltonianos e hermitianos, perguntas absurdas durante a aula (precisamos de um apelido para esse cara ainda), e, claro, a equação de Schöedinger.

É, não foi difícil de me convencer a começar a estudar hoje. Se eu fizer por onde, esse será o melhor período da faculdade.

O momento alto fica por parte da descrição de um elétron como uma entidade microscópica com propriedades físicas que são análogas as propriedades que no nosso mundo macroscópico são corpusculares e ondulatórias.

O momento baixo fica por parte da pergunta sobre auto-valores serem os mesmo de alguma matéria que vê isso com determinantes.



E vamos nós...
Quero a minha camisa do "Eu fiz álgebra linear II, você não?!"

sábado, 2 de agosto de 2008

Não é necessário conhecimento de química


É, e no título diz "Iniciação Científica em Química Computacional"...

Das duas, uma: ou eu não sei o que é iniciação científica, ou não sei mais o que é química.

Pelo menos, no meu laboratório, gostar de química é o único requisito.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Joe Satriani '08


Foi incrível.
Não é por nada que ele é o meu favorito.
A energia da música dele parece nunca ter fim.

Cheguei por volta das oito horas ao local do show, e fiquei bem no começo da fila. Isso me rendeu a oportunidade de ficar na grade e no meio do palco, ou seja, a poucos metros do mestre.

Descobri uma coisa interessante também, muitas pessoas vão aos shows sozinhas. Acabei por compartilhar com algumas delas comentários sobre tudo o que acontecia.

Houve um bom show de abertura, com o guitarrista do Barão Vermelho, Fernando Magalhães. Um som de rock bem original (e bem melhor do que o que ele pode apresentar em sua banda) foram um bom aperitivo para a entrada do 'Deus da guitarra', como disse o Fernandão.



Começando com pouco menos de dez minutos de atraso, com a animada "I Just Wanna Rock", Satriani não precisou de muito tempo para render o público inteiro ao seu carisma. Com um setlist fundamentado no novo álbum, "Professor Satchafunkilus and the Musterion of Rock", e os clássicos que não podem faltar nunca, como "Flying in a Blue Dream" e "Satch Boogie", Satriani desmonstrou porque é o tal "Professor" do rock.







Houveram algumas surpresas para mim, como "Ghosts", faixa bônus do último álbum que ele diz ter composto para certos fantasmas como Vai e Petrucci, e "Time Machine", do álbum ao vivo de mesmo nome.









Também não faltaram as baladas clássicas como "Cryin'" (essa eu realmente não esperava!) e "
Always with Me, Always with You" (caramba, ele errou uma nota nessa música e tirou um "Ahhh..." do público, mas resolveu tudo em uma belo improviso em cordas soltas logo depois).










Não posso deixar de citar toda a incrível banda que sempre o acompanha, e que consegue seguir os improvisos malucos dele durante o show. Stuart Hamm ainda nos presenteou com um fantástico solo de baixo, muito divertido por sinal.







Por fim, Satriani fechou o show atacando com três das melhores músicas de seu repertório, e garanto que não houve uma pessoa que não tenha cantado e pulado junto com elas. Não é a toa que "Summer Song" rendeu dois Gremmys para ele.




O mais incrível da noite foi descobrir que Joe Satriani toca de olhos fechados.





Setlist do show:

- I Just Wanna Rock
- Overdriver
- Satch Boogie
- Ice 9
- Diddle-Y-A-Doo-Dat
- Flying in a Blue Dream
- Ghosts
- Revelation
- Super Colossal
- One Big Rush
- Musterion
- Time Machine
- Cool #9
- Andalusia
- BASS SOLO
- Cryin'
- The Mystical Potato Head Groove Thing
- Always with Me, Always with You
- Surfing with alien
- Crowd Chant
- Summer Song





The Mystical Potato Head Groove Thing



Cryin'



Stum Hamm Solo




Surfing With the Alien




Crowd Chant



Summer Song !!!



domingo, 20 de julho de 2008

À beira de um ataque de nervos

Lá estava eu, apreciando o meu Cheddar McMelt e roubando batatas-fritas da minha irmã quando aconteceu.

Pessoas passaram correndo pelo espaço exterior à lanchonete, em direção à saída do shopping, como se algo de extremo perigo estivesse a ocorrer. Ouvimos gritos e mais passos. Os que, assim como eu, comiam, se levantaram e se dirigiram para o extremo interior da loja e se abaixaram, e pediam para todos fazem o mesmo. O medo se instaurou em todo o lugar, em pouco instantes.

Quando vi toda aquela movimentação, apenas pensei em segurar comigo a bolsa da minha mãe, e continuei a comer normalmente, observando a reação das pessoas. Não sei se sou tão frio a ponto de ter sido o único a não ter se assustado com aquilo tudo. Creio que frieza não seja a palavra certa.

Eu questionava a minha mãe sobre a razão de todo aquele pânico, tomando meu refrigerantet, enquanto ela se abaixava na mesa com a minha irmã, naquele momento muito assustada. Ocorreram algumas pequenas confusões isoladas logo depois, mas a origem continuava sem explicação. O pavor foi tamanho que fomos embora assim que um mínimo tempo para recomposição da ordem se passou. Vimos uma loja de portas fechadas, e ouvimos muitos boatos sobre o ocorrido.

De certa não tenho nenhuma informação, pois os boatos variaram de tiros à explosão de uma máquina de refrigerante. Entendo eu que ninguém teria, e mesmo assim se apavoraram. Em uma situação inexperada assim, penso eu que o mais seguro é manter a calma e a organização do sistema, para evitar a criação de problemas maiores, ou até mesmo de problemas quando for um alarme em falso. Talvez pareça muito simples falando, contudo teria tudo isto evitado.

Me disseram que isto é culpa da insegurança da cidade. Eu ainda penso que isso nada tem a ver com a situação. É uma desculpa. Desculpa para todos se afogarem no medo e no desespero, como se o atual estado de caos justificasse cada atitude.

Vamos parar, pensar e, então, agir.
Correr sem saber porque é burrice.
Fugir sem saber de que é covardia.
Não é violência cotidiana e pãnico eminente.

Temos uma sociedade à beira de um ataque de nervos.
Esse é o problema, e não a origem.

Pensar e, então, agir.
Do contrário, sempre se erra.
Não se pode deixar ser derrotado por susto.
Temos que vencer na reação.

domingo, 22 de junho de 2008

Centenário da imigração japonesa

O Bushido (武士道), significa o Caminho do Guerreiro.
É o código de conduta dos Samurais, a classe guerreira do antigo Japão. Não imaginaria entrar nesse mundo, até ir parar quase que acidentalmente na exposição do CCBB sobre o centenário da imigração japonesa no Brasil, quando os primeiros viajantes chegaram aqui a bordo do Kasato Maru. Aliás, tudo o que tem acontecido tem sido um bocado acidental.

A exposição abordou a evolução da cultura japonesa no passar dos anos, em relação a outras culturas, e a influência que sofreu (e causou) após a imigração.

Vimos da religião, o budimo, até a arte, como pintura e desenhos. Também foi lembrada uma das partes mais interessantes, que são os Kanjis, a forma de escrever particular deles.

E é claro que não poderiam faltar os mangás e animes. Essa foi quase uma sessão flashback, levando-nos de volta aos clássicos como Yu Yu Hakusho, Pokemon, DragonBall, Cavaleiros do Zodíaco, até os mais recentes como FullMetal Alchemist. Só esqueceram o Final Fantasy...

Retornando, talvez o Rene nunca me convencesse da importância dessa filosofia sem essa exposição.
Armaduras, espadas, espadas de treino, arcos...
Incrível.
Mais uma visita ao mundo antigo e sábio destes.

Acredito que encontrei algo para ler sobre nos próximos tempos. Irei atrás de alguns livros que vi por lá para aprender sobre essa cultura, e retornarei com mais em breve. Para quem quiser conhecer mais o Japão, aproveite e visite o CCBB !!!







As virtudes do Bushido:

GI - Justiça

YU - Coragem

JIN - Compaixão

REI - Cortesia

MAKOTO - Sinceridade

MEIYO - Honra

CHUGO - Lealdade











sábado, 21 de junho de 2008

8 minutos

Quanto tempo duram 8 minutos?

Essa madrugada, durante uma volta na Lagoa, duraram 4 segundos.

Sim, essa foi uma sexta-feira daquelas. Totalmente aleatória.
Jamais imaginaria eu, ao acordar, que terminaria a noite no Cobal do Humaitá, para mais uma vez ser bem abrigado pelo Fantuzzi e seu gato saltador-de-armários.

E claro, tudo decidido na porta da sala da COSQ, depois das sete horas da noite.
O que seria de nós se a van não passasse a 100km/h em toda a Linha Vermelha?

Depois de muita andança, indecisões, espera, convites proibidos, churros, Senos, XBOX 360, mais andanças, titulações alcoólicas, petiscos diversos, quase-arrastão e despedidas eis que... o tempo corre.

Não sei com o Rene fez aquilo, mas creio que foi uma espécie de vingança por não deixarmos ele pagar pelo que ele não consumiu (sim, eu não escrevi errado). Ainda, talvez, possa ser pelo desencontro no shopping, afinal, se ele fosse um menino normal teria parado para olhar os video-games, ao invés de velas e incensos, e não teria se perdido no Escada Shopping.

Nos dirigíamos ao ponto, o retorno para casa, quando ao passar por um relógio de rua nosso amigo simplesmente discordou do horário marcado.


Mostrava este então "1:00". Após o intervalo de exibição da famosa temperatura sorteada e a reclamação quanto a cerca de dez minutos de atraso, percorremos em instantes oito minutos e paramos em "1:08" sem nada compreendeer.

Devíamos ter perguntado para alguém em que ano estávamos, pois ainda não me convenci de que continuamos em 2008.

Ah sim, a aventura ainda não terminou, mas a viagem ao outro lado do mundo, e da cidade, eu conto depois.

Carlos Eduardo,
aquele que sempre faz todo mundo andar pra caramba ao invés de pegar um ônibus





Originalmente postado em Contra-Teoria

domingo, 8 de junho de 2008

A pior disputa de pênaltis

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Alguém já viu uma disputa de pênaltis terminar em 1x0 ?!

Assim terminou mais um confronto histórico entre eu e o Rennan no Winning Eleven...
Ao menos o meu domínio durante o jogo é incontestável.

Apenas a minha segunda cobrança de pênalti foi convertida em gol, e todas as outras pararam na trave, travessão, mãos dos goleiros, arquibancada...

Isso é o resultado de um divertido Conselho de fim de semana, com direito a goleada do Mengão com gol do Souza e Podrão na madrugada.

Aproveitamento total do fim de semana:
Eu: 8 pênaltis cobrados; 2 convertidos.
Rennan: 6 pênaltis cobrados; 0 convertidos.

É Rennan, pode dizer o que quiser... pelo menos eu ganhei!!
E nunca mais jogo com o Boca Juniors.

Quando o Souza sairá do time titular?!
E melhor, quem parará o Flamengo?! =D

terça-feira, 6 de maio de 2008

O dia em que o Lord Jim fechou.


Sim, meus amigos. Chegou ao fim, no dia 30 de Abril de 2008, depois de mais de 30 anos de funcionamento, a era de funcionamento do "The Lord Jim Pub", o bar inglês mais famoso da Ilha do Fundão. Mas... para que estou eu aqui dizendo isso?

A pergunta mais importante é: por que deixamos o Rene combinar tudo?!

Sexta-feira, 2 de Maio de 2008: eis que toca o telefone daqui de casa. Do outro lado da linha, ele! Rene!!! Empolgado, por algum motivo desconhecido, me convence a ir ao Lord Jim sábado, e levar junto o pessoal: Rapha, Fantuzzi, Francisco e Breda.

Não, as datas não estão erradas.

Depois de uma épica jornada até a Estátua da Liberdade (New York, City Center) e de embarcar em uma suicida viagem de ônibus, ao som de reclamações dos passageiros para o motorista andar mais devagar, não é ironia, chegamos, eu e Rapha, enfim ao nosso destino. Tal qual seria se Frodo e Sam encontrassem o Pônei Saltitante fechado quando chegaram em Bri, encontramos em estado obscuro e abandonado o lendário Lord Jim.


Em um misto de ódio, do Rene, é claro, confusão e súbita crise de risos, nos confortamos em esperar e assistir a chegada dos outros viajantes desavisados, como se assistíssemos uma Pegadinha do Faustão ao vivo, escondidos espertamente na penumbra da banca de jornal. Enquanto isso, o porteiro do prédio ao lado se divertia ao acender a luz para as meninas que passavam e nos deixando no escuro quando sós. Sim, nós vamos para o inferno.

E, mais uma vez, portados de um infeliz lapso insanidade iluminada, voltamos a ouvir Rene, nosso guia pela Zona Sul, e sua sugestão de saída. Fomos a pé até a praça do ponto final do 485, beirando a praia, para então decidir entre o Irish Pub, Banana JACK e o, então escolhido, sabe-se lá como, Shenanigan's.

De certo era a opção mais cara, contudo, certamente foi a mais divertida. Afinal, onde mais chegaríamos perguntando "Qual é o esquema?"?

No ponto em que a sorte parecia não mais retornar, estávamos dentro do bar cheio, em pé e, brevemente, falidos, a trama teve sua reviravolta.

A chuva começou a cair no nosso exterior, trazendo o otimista pensamento passageiro de "Só faltava mesmo começar a chover...", e, ao menos tínhamos um teto.

Então, de forma um tanto mística, os leprechaus trouxeram a nós o Pote de Ouro do fim do Arco-Íris que se formaria ao terminar a chuva e surgir o Sol (a narrativa está bela demais para lembrá-los que isto aconteceu por volta das onze da noite.). Sim!! Populares se ergueram de sua mesa e se retiraram do bar, e um rápido movimento saído da beirada da mesa de sinuca, nos tomamos do melhor lugar que poderíamos desejar.

Daí em diante, diversão se tornou a única lei, e todos desejavam que a noite não tivesse fim, até serem consumidos pelo cansaço. Após muitos copos, piadas, batatas fritas, juras de morte, partidas de ShowBol, mais piadas, Brownie Surprises, FlashBacks (que não podem faltar), conversas com a garçonete, caramelos amassados, lendas de Goiânia, músicas que nem me lembro, conhecer a casa do Rene, ver uma batida ao vivo, ler uma placa com palavras-chave "Internet, Gelo, Sapateiro", seguimos para nossa merecida noite de sono (obrigado pela sempre impecável hospitalidade Fantuzzi =D, e pelo álbum do Opeth também).

Encontramos um novo lugar para nos divertir, apesar dos danos causados ao orçamento.
Foi um dia daqueles para não se esquecer, e por isso fiz questão de aqui registrar.
E que muitos outros desses venham,
E sim Breda, sentiremos a sua falta!
Carlos Eduardo



"There are no strangers here - only friends who haven't met."




Originalmente postado em Contra-Teoria

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Tiradentes e o Dragão

Ahh... feriado!!

Época de descanso, confraternização, de colocar o estudo em dia... afinal, foi para isso que Tiradentes morreu enforcado e São Jorge matou o Dragão.

Esse feriado foi bem movimentado. Aconteceu de tudo, de viagens em um malicioso 254 pelas terras do Rohan até gol do goleiro Bruno na Libertadores.

As duas histórias que merecem seu devido registro são a da Metropolis e a da Libertadores, mas uma de cada vez.

Marcamos terça-feira, espertamente, de nos encontrar na Metropolis da Taquara para ir ao Centro (não sei explicar porque sempre escolhemos o caminho mais burro) (na verdade, eu não resisti e fui encontrar o Mendes na casa dele).

A Metropolis é um lugar muito divertido, e tem um vendedor muito bom, que realmente entende das coisas que vende, e acaba convencendo você, naturalmente, a voltar e comprar mais. Fui lá para comprar os dados para o RPG do qual falarei um dia. É o tipo de coisa que eu sempre quis ter, mas que por algum motivo nunca havia comprado. O Mineiro comprou muitas revistinhas esse dia.

Seguimos para o Centro no ônibus que faz o caminho mais bonito, pela Grajaú-Jacarepaguá, mas isso não quer dizer que é o caminho mais curto. Encontramos o Rapha no Centro, no meio de alguma rua, meio do nada, mas nos encontramos.


Compramos lá nosso pendrives lendários por preços ridículos (já que eu perdi o meu semana passada ...). Tivemos que enfrentar o bizarro corredor, que foi devidamente registrado por mim, por ir fechando e ter uma luz assustadora no fim.

Sobrevivemos, de alguma forma, e isso que importa.


Também almoçamos no McDonald's e no Bobs, não me perguntem como. Andamos por muitos sebos também, e até encontramos professores lá... Só faltou a visita ao OV !

Resultado: diversão e joelhos doídos.

Quando faremos outra vez?





Originalmente postado em Contra-Teoria