quinta-feira, 31 de julho de 2008

Joe Satriani '08: Pré-show


Escrevo agora tomado pela total ansiedade em rever Joe Satriani. A dois anos atrás, eu, Cleber e Rennan fomos ao G3, onde, juntamente com John Petrucci e Eric Johnson, realizaram um dos melhores shows que eu já assisti (muito possivelmente o melhor).

O momento era um dos piores da minha vida, até ele subir ao palco e mudar tudo. As cores voltaram, a energia e a alegria da vida. Mesmo indo sozinho a apresentação hoje, a única pessoa que espero encontrar é a mim mesmo, e ao Satriani, sem dúvida.

É o meu guitarrista favorito. Dono de um estilo único e inconfundível, apesar de muito copiado, e de uma vasta discografia diferenciada. Sua guitarra fala mais sem palavras do que muitas vozes por aí o fazem, com suas inesquecíveis melodias e fraseados marcantes. E, para quem acha que algumas horas de música "instrumental" é chato, precisa rever seus conceitos sobre música.

É hoje !!!!
Em breve, retorno com as histórias e opiniões sobre o espetáculo que está por vir.


quarta-feira, 30 de julho de 2008

Jesus é o jardineiro...



E as árveres somo nozes.

Dream Theater: Time (Pink Floyd)




Ticking away the moments that make up a dull day
You fritter and waste the hours in an offhand way.
Kicking around on a piece of ground in your home town
Waiting for someone or something to show you the way.

Tired of lying in the sunshine staying home to watch the rain.
You are young and life is long and there is time to kill today.
And then one day you find ten years have got behind you.
No one told you when to run, you missed the starting gun.

So you run and you run to catch up with the sun, but it's sinking
And Racing around to come up behind you again.
The sun is the same in a relative way, but you're older
Shorter of breath and one day closer to death.

Every year is getting shorter, never seem to find the time.
Plans that either come to naught or half a page of scribbled lines
Hanging on in quiet desparation is the English way
The time is gone the song is over, thought I'd something more to say

Home, home again
I like to be here when I can
When I come home cold and tired,
It's good to warm my bones beside the fire
Far away across the field
The tolling of the iron bell
Calls the faithful to their knees
To hear the softly spoken magic spells.

Porque na Rússia...


Emo agora vai ser proibido!!!
Para as autoridades russas, adolescentes que se vestem de preto, têm piercings no rosto e "franjas que cobrem metade da face", terão este tipo de vestuário proibido em ambientes públicos... Isso que eu chamo de liberdade de expressão.

'MiGuXoWs'... depois dessa vou até alí pro 'cantenho' chorar contra essa maldida que fizeram...

E pensar que aqui o pessoas só se preocupa com bananas... tsic.
É, tá chegando a hora de pedir meu visto de cidadão europeu no Consulado...

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL689504-7085,00.html

terça-feira, 29 de julho de 2008

Me vê uma dúzia?


Sim, uma das frutas mais populares de nosso país acaba de ser alvo de uma decisão política totalmente... ridícula. Fonte natural de vitamina A e C, fibras e potássio, este importante alimento agora não pode ser mais vendido por dúzia em São Paulo. Exatamente!!!

O que será do nosso país agora, sem mais dúzias de babanas?

Senhores políticos, apenas peço arranjem algo decente para se ocupar, e não com uma trivialidade cultural dessas.

"Quem vender banana por dúzia em São Paulo será um fora-da-lei de agora em diante."
Fora-da-lei é uma lei dessas.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL704330-5605,00-SP+PROIBE+A+VENDA+DE+BANANA+POR+DUZIA.html

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Perdido

Eu perdi as palavras,
perdi os motivos.

Eu perdi a razão,
perdi os sentidos,
o coração.

Eu perdi a calma,
perdi os sonhos.

Eu perdi a paciência,
perdi o sono,
e a ilusão.

Perdi a cabeça,
perdi o controle.

Perdi o rumo,
perdi a vontade.

Perdi a confiança,
perdi até amizade.

Perdi tudo,
a mim e a você, para sempre.

sábado, 26 de julho de 2008

Images and Words


Imagens e palavras.

Este álbum do Dream Theater é um daqueles que eu digo justificar termos o sentido da audição. Se encontra atualmente na lista dos que eu mais escutei na minha vida, especialmente neste ano. Não há nenhuma música na qual eu não tenha ficado vidrado individualmente e que, mesmo depois disso, eu estivesse saturado para não ouvir outra vez.

Lançado em 1992, foi certamente o maior lançamento da banda até hoje, com a estréia de LaBrie nos vocais. A primeira faixa, Pull Me Under, chegou a estar entre as mais pedidas das rádios na época do lançamento, mesmo que este estilo progressivo não seja muito bem aceito comercialmente.

Todas as canções do álbum tem os intrumentos muito bem construídos. Não é um álbum de demonstração de habilidade, apesar dos exímios músicos da banda. É um álbum que esbanja a musicalidade proporcionada por um estilo sem barreiras. Cada canção tem um sentimento diferente, e trás consigo um nome certo de ser pedido em qualquer show deles. Quebradas de tempo, mudanças de tonalidade, baterias enloquecidas, solos de guitarra e teclado inacreditáveis, além das jams da banda inteira, e letras não convencionais.

Ouça todo o álbum e se entregue a cada música, e concordará comigo, e mais milhões de fãs deles espalhados pelo mundo, de que este é o melhor álbum de uma das melhores bandas que já existiram.

Tracklist:

01. Pull Me Under
02. Another Day
03. Take The Time
04. Surrounded
05. Metropolis - Part 1: The Miracle And The Sleeper
06. Under A Glass Moon
07. Waiting For Sleep
08. Learning To Live


Adeus Souza !


E assim se encerra a vitoriosa saga do artilheiro do Brasileirão '06 no Clube de Regatas do Flamengo. Que por aqui, bem, foi um bocado desastroso no que diz direito a quantidade de gols e, até mesmo, boas atuações. É mais lembrado por suas atitudes polêmicas, como o "chororô" dos botafoguenses e brigas com jogadores adversários.

Serão inesquecíveis as suas cabeçadas bisonhas, tentativas frustradas de dribles da meia-lua, proteções da bola no meio campo e devoluções rápidas consecutivas e, especialmente, lançamentos, cruzamentos e passes na medida que ele NUNCA alcançava.

Puxa vida, e pensar que recusei a proposta de me pagarem dois cachorros quentes e uma Coca de dois litros para ele entrar para o nosso time dos piores do IQ...

Pelo menos não pagarei mais para ver esse perna-de-pau jogar no Maracanã.
Adeus Souza! E não volte mais!!!
E que venham os atacantes de verdade!
Nada mais de peladeiros marrentos.


Fonte:
http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Flamengo/0,,MUL702008-9865,00-FLAMENGO+SE+LIVRA+DE+SOUZA+O+TERROR+DE+VILA+VALQUEIRE+E+AINDA+RECEBE+DINHEIRO+POR+ISSO.html


Sabe como o Souza mata a bola?
Dá um tiro nela.

O Cavaleiro das Trevas


"When darkness falls, the Knight will rise!"

Que cavaleiro das trevas?!

Sim, mais uma incrível super-produção da Warner Bros !! Efeitos especiais impecáveis (e até desnecessário, às vezes), inúmeras cenas de ação e, claro, diálogos intrigantes. Batman - O Cavaleiro das Trevas, cumpriu com todas as expectativas para um filme que foi tão aguardado, desde o lançamento de seu excelente antecessor Batman Begins, que narrava o início da história deste improvável herói. O sucesso se deve, em especial, ao maior realismo e seriedade dado ao desenvolvimento dos personagens e dos acontecimentos.

Batman sempre foi um dos meus personagens favoritos, desde os filmes antigos, com Pinguim, Charada, Mr. Freeze e companhia. Lembre de um Natal que ganhei uns bonecos dos personagens, e foram fonte de diversão durante um longo tempo. Até mesmo houve um excêntrico carnaval em que eu e meus primos nos vestimos todos de Batman (inclusive as meninas), afinal, todos queriam um cinto de utilidades, com sua bat-corda e bat-coisas do tipo. Além de não faltar, é claro, o obscuro bat-carro.

Mas voltando ao filme, apesar de eu achar legal a voz que o Bale faz quando é Batman, e que consegue manter as mesmas expressões mesmo de máscara, ele foi um mero coadjuvante desse filme. O Coringa roubou a cena. E roubou mesmo. Na última e macabra atuação de Heath Ledger, o vilão tomou seus contornos mais marcantes, talvez de todas as diversas narrativas deste.

Coringa é o pior tipo de inimigo que um herói pode ter. Ele não tem nada a perder, nem nada a ganhar com o que faz. Ele apenas cumpre a sua inversa ética de bandido, a de fazer o mal. Seu único objetivo era tranformar todo o equilíbrio de Gothan em caos e, como é de se esperar, tornar a existência de Batman um fardo para ele mesmo. Afinal, como ele mesmo diz, destruí-lo jamais seria seu objetivo, pois precisava dele para poder existir.

Ele não é o único a atrapalhar a vida do Batman (e a tomar a atenção dos telespectadores) durante o longa, mas não teria graça contar o que mais acontece nesse filme, afinal, você não vai querer perdê-lo !!!!!

Seria pedir demais Jonhy Depp como Charada e Jack Black como Pinguim nos próximos filmes?


"Why so serious?"



quinta-feira, 24 de julho de 2008

August Rush




Evan Taylor viva em um orfanato desde que havia nascido. Assim como os outros garotos daquele lugar, não conhecia seus pais e nem sabia onde estavam. Ao contrário destes mesmos garotos, ele sabia que podia encontrá-los se seguisse a sua música. A que ouvira sempre dentro de sua cabeça, e que nunca deixaram nascer naquele lugar.

O garoto resolve partir em uma jornada em busca de seus pais e sua arte. E, enfrentando sozinho esse mundo novo, descobre as inúmeras formas com que as pessoas lidam com a música. Profissionalismo, amizade, dinheiro, amor, fama, fé...

O filme não trata apenas de música, como expressão de sentimentos e sensações. É sobre a forma com que as pessoas se relacionam através dela. Como une as pessoas, além do tempo e das palavras. Além, claro, de uma excelente trilha sonora, para todo gosto musical.

Se você, assim como August Rush, também tem uma relação especial com a música, não pode deixar de assistir esse filme.



"The music is all around us.

All you have to do is listen."






segunda-feira, 21 de julho de 2008

Wall-e


Eu amo a Pixar.

Esse fim de semana que passou, como comentei brevemente na postagem anterior, levei minha irmã para assistir Wall-e no cinema. Acredito até que eu estava mais ansioso por ver o filme do que ela, mas isso não vem a esta discussão.

Wall-e é a sigla de Waste Allocation Load Lifters - Earth Class, que é a identificação deste tipo de robô. Na história, nós, espertos seres humanos, deixamos o nosso planeta num estado insustentável para curtir um divertido cruzeiro de férias enquanto os Wall-e's arrumavam a nossa bagunça por aqui.

Setecentos anos se passam e apenas um exemplar destes robôs continua na Terra. Ele prossegue com o seu trabalho normalmente, compactando o lixo e empilhando na forma de gigantescos prédios. E, dentro de toda a sujeira, colhia para si os objetos que julgava mais importante, preservando a história e a essência dos homens que por ali passaram. De filmes a lâmpadas, seu depósito-casa era o ambiente mais agradável do planeta destruído.

Então, seu mundo muda quando chega a sonda Eva, a procura da vida que provaria a sustentabilidade do planeta para os humanos viajantes. Era a chegada do primeiro ser naquele lugar, além dele e da barata que o acompanhava. Inicia-se então uma jornada movida pelo sentimentos entre os dois robôs, a determinação de cumprir uma missão e a reabilitação da nossa espécie.

A beleza do filme é dada pela falta de diálogos e, especialmente, daquelas trágicas piadinhas dubladas. É sensível no drama da existência do robô solitário, assim como eu acredito que "Eu sou a lenda" deveria ter sido. Eu devo ser o único maluco que preferia que o filme fosse todo parado, sem aquela agitação toda do final.

A mensagem que o filme tenta transmitir é um alerta para com a alienação da nossa sociedade, não só para com as questões ambientais em termos ecológicos. Através das vantagens dos grandes avanços tecnológicos, as distâncias se tornam pequenas até para em termos astronômicos, contudo, só parece aumentar entre cada um e o seu ambiente. E nisso, considerando ambiente de relações interpessoais a conservação da natureza.

Pelo mais que a busca do conforto e comodidade seja um dos grandes impulsionadores de nosso desenvolvimento tecnológico e científico, não podemos esquecer a responsabilidade que temos para com o futuro e com as outras formas de vida, que não os nosso semelhantes.

Mais do que recomendo o filme, especialmente para os fãs de animação. Wall-e tem uma produção incrível , que faz você esquecer que é uma animação em boa parte do longa (com a excessão dos humanos que aparecem...). Se quiser sair de casa para se divertir, esse é um bom motivo !

Nota: Eu e Gabriela não resistimos e compramos os bonecos da foto.



domingo, 20 de julho de 2008

À beira de um ataque de nervos

Lá estava eu, apreciando o meu Cheddar McMelt e roubando batatas-fritas da minha irmã quando aconteceu.

Pessoas passaram correndo pelo espaço exterior à lanchonete, em direção à saída do shopping, como se algo de extremo perigo estivesse a ocorrer. Ouvimos gritos e mais passos. Os que, assim como eu, comiam, se levantaram e se dirigiram para o extremo interior da loja e se abaixaram, e pediam para todos fazem o mesmo. O medo se instaurou em todo o lugar, em pouco instantes.

Quando vi toda aquela movimentação, apenas pensei em segurar comigo a bolsa da minha mãe, e continuei a comer normalmente, observando a reação das pessoas. Não sei se sou tão frio a ponto de ter sido o único a não ter se assustado com aquilo tudo. Creio que frieza não seja a palavra certa.

Eu questionava a minha mãe sobre a razão de todo aquele pânico, tomando meu refrigerantet, enquanto ela se abaixava na mesa com a minha irmã, naquele momento muito assustada. Ocorreram algumas pequenas confusões isoladas logo depois, mas a origem continuava sem explicação. O pavor foi tamanho que fomos embora assim que um mínimo tempo para recomposição da ordem se passou. Vimos uma loja de portas fechadas, e ouvimos muitos boatos sobre o ocorrido.

De certa não tenho nenhuma informação, pois os boatos variaram de tiros à explosão de uma máquina de refrigerante. Entendo eu que ninguém teria, e mesmo assim se apavoraram. Em uma situação inexperada assim, penso eu que o mais seguro é manter a calma e a organização do sistema, para evitar a criação de problemas maiores, ou até mesmo de problemas quando for um alarme em falso. Talvez pareça muito simples falando, contudo teria tudo isto evitado.

Me disseram que isto é culpa da insegurança da cidade. Eu ainda penso que isso nada tem a ver com a situação. É uma desculpa. Desculpa para todos se afogarem no medo e no desespero, como se o atual estado de caos justificasse cada atitude.

Vamos parar, pensar e, então, agir.
Correr sem saber porque é burrice.
Fugir sem saber de que é covardia.
Não é violência cotidiana e pãnico eminente.

Temos uma sociedade à beira de um ataque de nervos.
Esse é o problema, e não a origem.

Pensar e, então, agir.
Do contrário, sempre se erra.
Não se pode deixar ser derrotado por susto.
Temos que vencer na reação.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Morto Vivo

Vivo!

Morto!

Vivo!

Vivo!

Morto!

Vivo!

Morto!

Morto!

Morto!

Morto!

Vivo!

Morto Vivo!

Vivo Morto!

A colina

De tempos em tempos ele subia ao topo daquela colina.

Ele tinha seu próprio ritual de renovação. Era o caminho para sí próprio. Quando acreditava que havia se perdido, trilhava seu peculiar percurso até aquele lugar.

Olhava toda a cidade de cima, como se fosse possível colocá-la na palma da mão e guardar no bolso. Toda aquela distância transformava em detalhes a grandeza da civilização. E assim, daquele particular ponto de vista, era perfeita. Tornava os problemas invisíveis e, desta forma, inexistentes.

Pensava. Aonde o universo se resumia a sua própria existência. Tudo tinha e tudo era. Conduzia livremente as linhas que desenhavam este tempo, como se tivesse tal lápis. Poderia parar e voltar no tempo, ou tentar se adiantar. Era livre. Nunca ousou questionar o conceito de liberdade, mas sabia que naquele local e naquele momento ele sempre a alcançava.

A vida possuía seu próprio ciclo inevitável, que sempre tendia à aquela situação. Era o ponto zero de qualquer era que havia por se seguir. Ele retornava, para poder retornar.

Não sabia se todos faziam o mesmo. Talvez o fizessem de formas difererntes. Talvez para alguns isso não tivesse a menor importância. Infelizmente, algumas pessoas acreditavam que nunca perdiam seu rumo.

Todos mudam, e não percebem. Existe um lugar em que você é sempre o mesmo, independente do tempo. Cada um tem o seu, e lá se reencontra. Há quem não queira, e quem busque por toda a vida. Ele acreditava ter sorte por conhecê-lo e poder voltar quando necessário.

Tomava um novo fôlego, e então descia da colina. Retomava a vida, de volta aos eixos. Recuperada a essência.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

A Cena: Parte 05

Tinha em mente o vulto em que tentou o disparo instantes atrás. Não tinha em mente uma maneira de se proteger. Acreditava que havia chegado o fim de sua jornada, após uma missão falha. Concretizava o término decadente de sua, não tão longa, carreira de agente investigativo.

Blankh guardou aquela como sua última imagem: o homem vestindo um elegante terno preto e óculos escuros com sua arma a centímetros de distância. Fechou os olhos, pensando entregar a Deus o seu destino. Fora, mais uma vez, surpreendido. Uma grave e precisa voz o disse: "Agradeça por eu te tirar desta missão inútil."; Já imaginava como seria simplesmente deixar de existir, se teria dor ou até, talvez, alguma espécie de continuidade.

O inesperado era a rotina daquela noite, definitivamente. Se o próprio Blankh não houvesse presenciado todos os eventos, duvidaria da veracidade destes acontecimentos. Imaginava que deveria ser mais fácil todos os 'black jacks' de sua vida acontecerem de novo do que aquilo tudo ter acontecido, mas, claro, não tinha a menor o idéia do absurdo matemático que supunha.

Blankh sentiu um gigantesco tremor, como se um verdadeiro vulcão alcançasse o estágio de erupção alguns metros atrás. Foi ensurdecido, momentaneamente, pelo impacto do som resultante. Metros acima, as chamas haviam alcançado o cilindro de gás e o romperam-no. Era o término de todo o combustível em uma única reação. As labaredas que haviam invadido o corredor se espalharam através de todas as janelas do quarto andar para dentro da noite. O homem hesitou, e Blankh estava pronto.

Disparou sua arma, que em toda essa movimentação não saiu de seu punho. Abriu os olhos e viu o homem caído. Perguntou a ele quem era e o que estavam planejando em uma atitude que já julgava inútil considerando o estado agonizante de seu inimigo, que muito se esforçava para respirar. Sempre fora a sua especialidade o confronto à queima roupa, e cada vez mais confirmava. Desferira o golpe no sistema respiratório do homem, que prejudicado por suas próprias cinzas, não conseguia mais reagir.

Escutou uma última explosão, que, tecnicamente, foi uma implosão. O quarto andar cedeu para os dois que acima se encontravam, e o antigo e precário prédio começava a se desmanchar, como um castelo de areia em fim de dia de praia. Em seu folego final, tomou o máximo de distância que pode do desabamento. Tudo havia perdido. Pistas, suspeitos e, principalmente, oportunidades. Sua missão teria que recomeçar do ponto zero.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

A Cena: Parte 04

Transcorreu o espaço até o corredor como uma salamandra o faria. Não restaria nenhum registro de imagem destes instantes em sua mente, contudo, sua próxima aspiração era a confirmação de que havia ocorrido. Transpirava e sentia o ardor das chamas que a pouco, por pouco, não o consumiram. Apoiava-se na parede que dera às costas ao adentrar no eminente incêndio. Em sua mente sustentava um único pensamento: perdia no calor incontrolável sua única chance de resolver o caso.

O tempo para pensar em algo mais amplo do que isso Blankh só teria ao ver o dia nascer. Até lá, não pode parar por mais do que alguns segundos para recompor o fôlego. Naquele momento, percebeu temperatura não diminuiu e virou-se de volta para o apartamento. Da mesma forma com que modela as ondas de um mar em calmaria, a janela aberta permitiu que o vento o mesmo fizesse. Uma enorme labareda tomou o corredor, e fez Blankh sentir que a armadilha havia sido mais planejada do que imaginava.

Dessa vez não foi necessário agir tão rapidamente. Se dirigiu a escada de incêndio, alguns metros ao norte, a longos passos enquanto imaginava que o fogo consumia o corredor. Pisou profundamente no primeiro degrau da assustadora escada de madeira do antigo prédio e, ao mesmo tempo, como em uma sonoplastia sincronizada perfeitamente, escutou, e sentiu, uma enorme explosão vinda do corredor, no qual segundos atrás trotava. A experiência mais próxima a esta que possuía tinha sido um foguetório mal sucedido em uma final de campeonato de futebol. Foi lançado para o intermediário dos jogos duplos de escada de cada andar.

Ergueu-se e saltou dois destes jogos, enquanto ouvia os degraus superiores sendo destruídos, caindo sobre a escada e alastrando o incêndio mais rapidamente por todo o prédio. O ambiente já era totalmente ocupado pelas cinzas. Blankh não sabia mais se corria para evitar queimaduras de alto grau ou para poder, enfim, tomar um pouco de ar puro. Desceu mais dois andares aos tropeços, utilizando do corrimão para conseguir parar antes de atingir a próxima parede.

Finalmente avistou a porta de saída. Estaria a poucos metros do alívio que desejava. Se lançou sobre ela da forma mais agressiva e impensada. Ao fim de tal movimento desesperado, para sua sorte, estava ajoelhado no asfalto, com somente algumas queimaduras indiretas e arranhões da fuga desembestada. Pensava que, então, terminaria sua busca noturna fracassada. Para seu azar, estava com um revólver apontado no meio de seus olhos.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

A Cena: Parte 03

Os eventos a seguir ocorreram em algumas frações de segundos. Nem o próprio agente saberia descrever a forma na qual reagiu, quando perguntado sobre, horas depois. Sabia apenas que um impulso, quase que instintivo, o dominara e coordenara suas ações.

Quando Blankh entrou neste outro cômodo, avistou um vulto em veloz movimento, lançando-se através da noite na janela. Resultou em sua defesa única em reflexo, o tiro. Ele ainda contaria, durante um longo tempo nas muitas ocasiões em que estaria rodeados de seus colegas de corporação. Pelo mais que odiasse passar o tempo sendo obrigado a falar com pessoas, gostava de narrar suas aventuras, já que poucos pareciam vivê-las em época tão burocrática. Essa havia sido sua motivação ao se candidatar ao cargo, e não os altos salários por carimbar em três cores diferentes. Agir.

Seu disparo foi certeiro, só não sabia em que alvo. Não tardou a descobrir. Fora enganado pelas sombras a atingir o que parecia ser o intruso, mas apenas era um cilindro metálico diante das poucas estrelas. Lembrou-se do odor de gás que sentiu ao entrar e o fez abrir a janela. Era tarde. O balão metálico já estava rompido, de forma abrupta, tão quanto a velocidade do seu conteúdo passar a estar contido em todo o apartamento. O reflexo, agora então de esconder as vias de seus sistema respiratório, foi desnecessário pois logo outro se fez indispensável para Blankh. Esticou a mão para o interruptor e acendeu a luz.

Junte um gás e um líquido altamente inflamáveis. Nada acontece. Forneça então uma energia inicial de ignição, suficiente para iniciar o processo de queima de um dos materiais. Terá chamas, por toda a parte. O escuro e frio daquele desolado domicílio se tornou a transcrição de um inferno cristão, com o instantâneo de que uma lâmpada ilumina uma sala quando acesa, como deveria acontecer, se aquela tivesse seu vidro formal intacto. Havia dado a faísca.

Os eventos a seguir ocorreram em algumas frações de segundos, e seriam a sutil diferença entre a vida e a morte.

domingo, 13 de julho de 2008

57 coisas que aprendemos nos games


1. Quando você estiver prestes a derrotar alguém em uma briga, o oponente irá piscar rapidamente entre vermelho e sua cor natural.

2. Galinhas são fáceis de pegar.

3. Tênis é realmente fácil!

4. Hockey se resume praticamente a marcar e brigar.

5. A maioria das pessoas não falam nada de interessante.

6. Em um dia qualquer uma garota de 16 anos pode detonar um urso gigante ou ainda um velho pode derrotar um robô!

7. A melhor maneira de abrir uma caixa é destruindo-a.

8. Quando você chegar à uma cidade, a pessoa mais perto da entrada lhe dará as boas vindas e dirá o nome da cidade!

9. Quando você estiver dirigindo um giro de 360º é bastante comum.

10. Preste atenção às coisas brilhantes!

11. Todos os ninjas tentarão te matar a primeira vista. A não ser que o ninja seja fodão e se recuse a falar e fuja dizendo nada, mas cuidado… ele voltará!

12. Pára-quedas é acessório padrão para todos os soldados, mesmo que eles não tenham serventia alguma no campo de batalha.

13. Comida cura tudo!

14. Comer geralmente dura alguns segundos e, na maioria das vezes, acontece ao passar por cima da comida.

15. Se você ficar sem balas, você morre.

16. Qualquer um, a qualquer momento, em qualquer lugar é capaz de dar um salto de 1m e meio para cima!

17. Comer cogumelos te faz crescer mais rápido. Comer flores te dá a capacidade de soltar bolas de fogo pelas mãos!

18. Lutadoras de artes marciais, geralmente, são garotinhas com roupas de colegial japonesa ou gostosonas peitudas com roupas mínimas!

19. A internet foi feita basicamente para que pessoas joguem games com enigmas ou defendam suas torres!

20. Windows é uma droga

21. Seu polegar é sua arma mais poderosa!

22. Pokemóns ou qualquer outro animal viciado em lutas atacarão apenas seus semelhantes. Nem mesmo o maior e mais malvado Pokemón atacará um humano!

23. A Princesa Peach realmente precisa de uma equipe de segurança.

24. A Princesa Zelda também!

25. A maioria das pessoas não se importam se você vagar pelas suas casas sem permissão. Elas também não se importarão caso você faça a limpa nos baús e barris procurando por itens.

26. Uma boa quantidade de portas e portões são controlados por elaborados sistemas de polias envolvendo estátuas e alavancas.

27. Barris com sinais de radioatividade explodirão quando levam um tiro.

28. Traumatismos cranianos e hemorragias podem ser curadas passando por cima de qualquer com o sinal da cruz vermelha.

29. Caras malvados e monstro costumam carregar consigo o mesmo tipo de balas das suas armas, mesmo que eles nem andem armados.

30. Peitões são demais. Peitões gigantes em 3D com a engine de física apropriada são melhores ainda!

31. Peitões não atrapalham a performance física de qualquer personagem.

32. A maioria das cidades parecem grandes, mas são compostas por pequenos becos sem saída bloqueados por lixos, carros ou ainda barreiras invisíveis.

33. 90% de todas as portas são falsas e estão apenas pintadas nas paredes.

34. Os ajudantes de Solid Snake são simplesmente incapazes de ficarem calados.

35. Tartarugas saem de seus cascos se você pisar com força nelas, e ainda podem deslizar em qualquer tipo de chão como se estivessem no gelo.

36. Na maioria das vezes pular na cabeça de alguém causará morte certa, caso contrário jogue algum animal morto que o serviço estará completo.

37. Todas as aventuras levam o protagonista a passar por um mundo de gelo.

38. Se você for envenenado você não morrerá enquanto sobrar HP.

39. É possível colocar qualquer coisa na sua mochila e ela não muda de tamanho.

40. Granadas são facilmente achadas em grandes cidades, campos, subúrbios, bases aéreas, hotéis, em ônibus, e em escolas, mas se você achar alguma granada em uma base militar elas provavelmente serão falsas e não existem de verdade.

41. 95% de todos os computadores, escrivaninhas, mesas e cadeiras são exatamente iguais.

42. Matar pessoas te deixa mais forte.

43. Quando alguém morre o corpo se decompõe dentro de 5 minutos (ou menos).

44. Pessoas mortas após se decomporem costumam deixar para trás armas, comida ou chaves.

45. Caras malvados gostam de construir elaborados labirintos ao redor de suas bases.

46. O cabeça do grupo geralmente quer destruir o mundo.

47. O líder dos caras malvados geralmente é bem mais forte que seus subordinados.

48. Se o cara mau é realmente muito grande, você terá de acionar uns botões em uma ordem certa para atingi-lo, esses botões vão ser resetados dentro de 30 segundos após acionados, fazendo com que o Senhor Grandão fique invulnerável novamente.

49. Quanto mais você mata, mais coisas legais você consegue.

50. Todos os donos de lojas comprarão qualquer porcaria que você tenha, independente da quantidade.

51. Em combate seus inimigos aguardarão pacientemente enquanto você procura seu lança mísseis.

52. Uma facada nas costas é mais eficiente do que 3 tiros na cara.

53. Quando você for dormir em uma pousada uma musiquinha de 3 segundos tocará antes de você dormir.

54. Porcos-espinhos não possuem sangue correndo por suas veias, e sim grandes argolas douradas.

55. Os maiores guerreiros frequentemente se comunicam com expressões infantis.

56. Roupas vem em tamanho único.

57. Se você se deparar com uma porta trancada você terá de encontrar a chave, mesmo que seja uma portinha de madeira que seria facilmente derrubada por uma granada.


Não sei quem escreveu isso, mas é genial.





Originalmente postado em Contra-Teoria


A Cena: Parte 02

Ouviu algo, como um passo abafado por uma superfície macia, pensava ele ser um tapete ou carpete do outro ambiente do apartamento. Em um momento de tensão como aquele, era difícil diferenciar o que era real e o que era fruto da sua própria imaginação. Entretanto, não poderia contar com a possibilidade de ter se enganado, e redobrava então a sua atenção para com uma movimentação partida do outro lado daquela porta.

Atravessava a sala outra vez, em direção ao local do qual havia chegado. Agora a claridade era mais intensa e conseguia se ater a detalhes antes imperceptíveis. O líquido que antes sentira era uma espécie de óleo escuro, que não sabia determinar a origem. Gavetas e pastas estavam abertas e espalhadas por todo o cômodo. Seus conteúdos pareciam ter sido movimentados com demasiada pressa pelo último ali presente. Talvez ele tivesse encontrado o que queria antes de Blankh, o que ele esperava que não fosse verdade.

Aquele não parecia ser o caso mais difícil que enfrentara em sua carreira, mas ele sabia que era diferente. Havia uma pitada de surpresa em cada acontecimento envolvendo o roubo. Em especial, desconhecer as circunstâncias nas quais aquilo teria ocorrido, ou até mesmo como. Ao mesmo tempo, sabia que a Found não teria dado todas as informações sobre o que realmente pegaram deles. Mantinha sua sensação de que teria que descobrir mais do que necessário.

Parou na frente da porta, da mesma forma que fizera quando no corredor. Cercou a maçaneta com a palma de sua mão e encostou o ombro do braço que segurava a arma se preparando para uma investida sobre esta barreira. Mentalmente contou até três e, em um único e veloz golpe, girou e pressionou. Era um momento decisivo de uma atividade desta espécie, pois poucos instantes tinha para localizar um alvo e colocá-lo em mira.

Já havia pisado no carpete que anteriormente imaginara. Fechou a área e encontrou seu alvo. Não houve mais tempo para pensar, apenas para reagir. Talvez para nem isso houvesse. Eis que o silêncio se rompeu, definitivamente.

A Cena: Parte 01

E então ele derrubou a porta. O som de sua queda era o único por todo o andar. Não era a primeira vez que fazia aquilo, mas todas as vezes como se fossem a primeira eram. O revólver estava em punho e a atenção era máxima no primeiro passo ao interior. A luz dos prédios vizinhos era a única que havia naquela sala, em uma noite em que a lua escondida apenas aumentava a sua intranqüilidade.

Blankh então entrava. Observava atentamente o amontoado de coisas indefiníveis sobre o piso. Esperava, apenas, que não fosse sangue o líquido que o fazia deslizar. O odor do gás butano preenchia todo o ar sombrio da casa. Ele desejava que a busca naquele local ajudasse a resolver seu caso tanto quanto desejava ninguém ali encontrar.

Tomou de uma profunda respiração enquanto continuava a adentrar. Mantinha na mira de sua arma sua prioridade de atenção, era sua única defesa contra o inesperado. Talvez parecesse óbvio para um cidadão comum que o trabalho de um detetive lida naturalmente com o desconhecido, contudo, atuar em campo era algo sempre novo. Assim caminhava, como se em um momento indeterminado, determinado evento indeterminado ocorreria, e sua obrigação, e única opção, solucioná-lo rapidamente seria.

Atravessou o pequeno cômodo até a sua janela, concentrando-se em um possível movimento da única porta que parecia levar ao resto do apartamento. Era uma vantagem evidente de seu trabalho a possibilidade de obter a planta do local antes mesmo de nele estar. Lembrava-se naquele momento o quanto gostava do eficiente grupo de gestão de dados da central da polícia, mesmo que, em boa parte do tempo, pensasse de forma oposta. Então ergueu lentamente a peça que trancava a janela verticalmente, e ainda, utilizando apenas sua mão esquerda, empurrou suas duas peças vitradas para o exterior do imóvel. Uma gélida brisa de fim de madrugada passou a limpar o ambiente que, até então, apenas o desagradava.

Em uma conclusão primária, Blankh avaliava a origem da desordem criada por todo aquele lugar. A possibilidade de uma invasão e busca antes de sua chegada era a mais clara, porém não era o que exatamente parecia ter acontecido. Pensava que aquilo poderia ter sido forjado, e que assim nada encontraria lá. Ele queria apenas uma pista.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Fogo



Você é tão acostumada
A sempre ter razão
Você é tão articulada
Quando fala não pede atenção

O poder de dominar é tentador
Eu já não sinto nada
Sou todo torpor

É tão certo quanto calor do fogo
É tão certo quanto calor do fogo
Eu já não tenho escolha
E participo do seu jogo, eu participo

Não consigo dizer se é bom ou mal
Assim como o ar me parece vital
Onde quer que eu vá e o que quer que eu faça
Sem você não tem graça


Você sempre surpreende
E eu tento entender
Você nunca se arrepende
Você gosta e sente até prazer

Mas se você me perguntar
Eu digo sim, eu continuo
Porque a chuva não cai
Só sobre mim

Vejo os outros;
Todos estão tentando
É tão certo quanto calor do fogo
Eu já não tenho escolha
E participo do seu jogo, eu participo

Não consigo dizer se é bom ou mal
Assim como o ar me parece vital
Onde quer que eu vá e o que quer que eu faça
Sem você não tem graça

É tão certo quanto calor do fogo
É tão certo quanto calor do fogo

Eu já não tenho escolha
Eu participo do seu jogo

É tão certo quanto calor do fogo
É tão certo quanto calor do fogo

Eu já não tenho escolha
Eu participo do seu jogo, do seu jogo.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

E agora Renato?!


Sim!!! SIM!!! Aconteceu !!

A alguns anos que eu não torcia tanto contra um time em uma final. A última vez, se eu bem me lembro, acordei às sete da manhã para ver Sávio, Roberto Carlos e a turma do Real Madrid conceder ao Vasco o maio vice de todos!! Isso já faz dez anos...

Assim que o jogo terminou, todos os telefones daqui de casa tocaram juntos, janelas do MSN piscaram e até fogos soltaram na rua...

Quanto maior o salto, maior a queda.
O que mais irritou a nós, torcedores dos outros clubes, talvez tenha sido o exagero na auto-confiança do time tricolor, que depois de tantas vitórias esbanjando sorte, julgavam que nada poderia pará-los.

Como eu sempre digo sobre futebol, se tivesse escrito o roteiro não teria sido tão bom.
Sofreram um gol logo no início para tudo o mais dificultar, conseguiram chegar a um gol de ser campeões e conseguiram jogar tudo fora em três pífias cobranças de pênaltis.

Subjugaram o Botafogo nas semi-finais da Taça Guanabara, e foram derrotados.
Quando esnobados pelo Boca Juniors, devolveram na mesma moeda, e acabaram por vencer.
E, mais uma vez, com placar contra e tudo mais, esqueceram que o futebol não depende só do seu time.

Entretanto, sem dúvida, o que mais me irritou foi o maldito do Luís Roberto, narrador da Globo, que torceu DESCARADAMENTE pelo Fluminense em simplesmente todos os jogos.
E, por isso, digo: bem feito, pela total falta de imparcialidade no jornalismo.

Enfim, enquanto isso, sábado irei ao Maracanã assistir o meu time, LÍDER do Campeonato Brasileiro jogar.

E agora Renato?! Quem quer trocar de lugar com quem?

Fluminense X Manchester United. Breve em um Playstation perto de você.

=D

Oh tricolor... pode chorar! Libertadores é pra quem tem tradição!
A série C é o seu lugar! Eu sou Flamengo, 30 vezes campeão!!