Mostrando postagens com marcador Cinemática. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cinemática. Mostrar todas as postagens

sábado, 23 de janeiro de 2010

Pocah... quer dizer, Avatar


sábado, 14 de novembro de 2009

Onde Vivem os Monstros - Trailer


terça-feira, 28 de abril de 2009

The Wrestler


Randy "The Ram" Robinson, interpretado por Mickey Rourke, era um lutador de vale-tudo (literalmente tudo) daqueles onde, mesmo valendo tudo, tudo era combinado. Ele vivia sua exagerada vida, desregrada e solitária, até que sua saúde o surpreende, fazendo perceber o tempo que passou e o fazendo refletir sobre seu próprio caminho. Ele, então, tenta lutar contra sua própria natureza e mudar toda a história que havia vivido.

"O lutador" é um filme daqueles. Tem uma trilha sonora, muito bem selecionada, do puro rock oitentista que, como diria o próprio Carneiro, foram os melhores anos de todos. Uma filmagem totalmente peculiar e intimista, onde você se vê, por diversas vezes, às costas do protagonista, tendo um ponto de vista diferenciado. A história passeia entre a diversão das lutas e da comédia ao drama de sua paternidade frustrada.

E, ao se aproximar do fim da história, eu já cruzava os dedos para que ele não terminasse o filme de uma forma comum e previsível. Darren Aronofsky me deu uma fantástica surpresa nesse ponto, e tive que me render a esta magnífica película.

Mal posso esperar para vê-lo de novo, e arrumar aquele jogo dele para Nintendinho...
Bang your head!!




"The Wrestler", de Bruce Springsteen. Vencedora do "Globo de Ouro" de "Melhor Canção".

terça-feira, 24 de março de 2009

Quem quer ser um milionário?


Quer quer ser um milionário?

Pois eu bem me lembro da primeira edição do Jogo do Milhão. E, bem, um cara quase ganhou o prêmio. Esses programas são divertidos, considerando a interatividade que tem com o público e seus palpites. Mas eu não fim falar do programa do SBT, e sim do vencedor do Oscar.

Minha vontade de assistir já não era de agora. Uma explosão cultural indiana invadiu o nosso mundo nos últimos tempos. Sabe-se lá porque, o olhos, que antes vidravam a China, passaram a mirar outro numeroso país. É interessante como as culturas orientais se destacam em nossa tão elementar cultura. Isso talvez tenha atiçado a minha curiosidade quanto ao o que tinha nesse filme para falarem tanto.

Diria que o mais interessante não é a história dos irmãos Salim e Jamal ou o universo particular da Índia, esses são apenas detalhes brilhantes dessa obra. O ponto mais interessante é como a história é contada. Quando Jamal senta na cadeira para responder as perguntas, nunca imaginaria que estariam as respostas presentes em momentos importantes de sua vida. O filme cativa o telespectador pela simplicidade com que leva a narrativa, contando a trajetória do humilde herói indiano através do intrigante game-show.

Não irei me prolongar, pois espero que quem tenha lido vá logo ao cinema assitir também. Como filme, Slumdog Millionaire realmente merece todo o carinho com que foi tratado pela crítica e pelo público. Afinal, é apenas uma devolução do que recebemos ao assistir uma película tão bem conduzida.

Ainda acho que faltou o Sílvio Santos, mas enfim...
Assistam!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Santa Claus Conquers The Martians



O pior filme já feito.

Não, não é exagero. Assista e concorde!

domingo, 28 de setembro de 2008

Ensaio Sobre a Cegueira

Fazia bastante tempo que eu tinha visto uma reportagem sobre o lançamento desse longa. Era uma fria madrugada de dia de semana, e me alimentou a sensação de provar o assustador roteiro.

O filme lida com a natureza humana na sua forma mais crua. Toda uma sociedade é levada ao total desapego para com a imagem, de forma descontrolada e desconhecida. A beleza é transformada em lixo.

Cada indivíduo é levado ao extremo de sua essência. A noção de civilidade e convivência é engolida pelo desespero e pelas novas necessidades de sobrevivência. Novas regras e valores restabelecidos. Um novo mundo criado em meio a sujeira.

A obra é conduzida de uma maneira interessante e apreensiva para o público, dos dramas individuais e coletivos dos personagens sem nome.

Eu não gostaria de ver tudo aquilo sozinho.
Entretanto, gostei bastante de ter assistido.

Talvez, depois de cegos, vejamos o mundo diferente.







domingo, 7 de setembro de 2008

The Mist


Stephen King é um maldito.
De verdade.

Não me lembro da última adaptação de história dele para filme que eu não tenha gostado, apesar de o Fantuzzi insistir em querer me apresentar as ruins também.

Quase um ano depois de ter visto o trailer no Youtube, o filme finalmente é lançado por aqui, depois de todo mundo ter arrumado um DVDRip em excelente qualidade em qualquer torrent desses da vida. Felizmente, a minha espera pelas telas do cinema foi bem recompensada.

"O Nevoeiro" é um filme bem despretencioso. Os efeitos especiais não são lá grandes coisas, afinal, até a Rede Record tem a sua novela com monstros em computação gráfica hoje em dia. Esses recursos não são realmente o mais importante, mesmo que muitos filmes sejam fundamentados unicamente nisso.

Nesse ponto, as histórias de King são diferenciais. O filme te leva para um minúsculo e surpreendente universo de um mercadinho de cidade pequena, assim como ele em "1408" fizera com um quarto de hotel. Esse é um artifício incrível para prender o público a uma trama de acontecimentos inesperados. Digo por experiência própria.

O filme se desenrola através da fragilidade da natureza humana, quando exposta a uma situação de medo. Não há qualquer espécie de civilidade, todos apenas procuram ao que prender a sua vida. Seja na esperança ou seja na aceitação do destino inevitável.

Bem, o final do filme eu claro que não posso contar. Citarei somente a música macabra que arrumaram para este encerramento. Ficaria com medo se ouvisse ela em qualquer situação, imagina naquela.

"O Nevoeiro" é indicado para os fãs de filmes de suspense, e que não fazem muita questão de explicação, somente aproveitam a história (assim com o King geralmente é).
Agora é esperar mais um ano pelo próximo.

sábado, 26 de julho de 2008

O Cavaleiro das Trevas


"When darkness falls, the Knight will rise!"

Que cavaleiro das trevas?!

Sim, mais uma incrível super-produção da Warner Bros !! Efeitos especiais impecáveis (e até desnecessário, às vezes), inúmeras cenas de ação e, claro, diálogos intrigantes. Batman - O Cavaleiro das Trevas, cumpriu com todas as expectativas para um filme que foi tão aguardado, desde o lançamento de seu excelente antecessor Batman Begins, que narrava o início da história deste improvável herói. O sucesso se deve, em especial, ao maior realismo e seriedade dado ao desenvolvimento dos personagens e dos acontecimentos.

Batman sempre foi um dos meus personagens favoritos, desde os filmes antigos, com Pinguim, Charada, Mr. Freeze e companhia. Lembre de um Natal que ganhei uns bonecos dos personagens, e foram fonte de diversão durante um longo tempo. Até mesmo houve um excêntrico carnaval em que eu e meus primos nos vestimos todos de Batman (inclusive as meninas), afinal, todos queriam um cinto de utilidades, com sua bat-corda e bat-coisas do tipo. Além de não faltar, é claro, o obscuro bat-carro.

Mas voltando ao filme, apesar de eu achar legal a voz que o Bale faz quando é Batman, e que consegue manter as mesmas expressões mesmo de máscara, ele foi um mero coadjuvante desse filme. O Coringa roubou a cena. E roubou mesmo. Na última e macabra atuação de Heath Ledger, o vilão tomou seus contornos mais marcantes, talvez de todas as diversas narrativas deste.

Coringa é o pior tipo de inimigo que um herói pode ter. Ele não tem nada a perder, nem nada a ganhar com o que faz. Ele apenas cumpre a sua inversa ética de bandido, a de fazer o mal. Seu único objetivo era tranformar todo o equilíbrio de Gothan em caos e, como é de se esperar, tornar a existência de Batman um fardo para ele mesmo. Afinal, como ele mesmo diz, destruí-lo jamais seria seu objetivo, pois precisava dele para poder existir.

Ele não é o único a atrapalhar a vida do Batman (e a tomar a atenção dos telespectadores) durante o longa, mas não teria graça contar o que mais acontece nesse filme, afinal, você não vai querer perdê-lo !!!!!

Seria pedir demais Jonhy Depp como Charada e Jack Black como Pinguim nos próximos filmes?


"Why so serious?"



quinta-feira, 24 de julho de 2008

August Rush




Evan Taylor viva em um orfanato desde que havia nascido. Assim como os outros garotos daquele lugar, não conhecia seus pais e nem sabia onde estavam. Ao contrário destes mesmos garotos, ele sabia que podia encontrá-los se seguisse a sua música. A que ouvira sempre dentro de sua cabeça, e que nunca deixaram nascer naquele lugar.

O garoto resolve partir em uma jornada em busca de seus pais e sua arte. E, enfrentando sozinho esse mundo novo, descobre as inúmeras formas com que as pessoas lidam com a música. Profissionalismo, amizade, dinheiro, amor, fama, fé...

O filme não trata apenas de música, como expressão de sentimentos e sensações. É sobre a forma com que as pessoas se relacionam através dela. Como une as pessoas, além do tempo e das palavras. Além, claro, de uma excelente trilha sonora, para todo gosto musical.

Se você, assim como August Rush, também tem uma relação especial com a música, não pode deixar de assistir esse filme.



"The music is all around us.

All you have to do is listen."






segunda-feira, 21 de julho de 2008

Wall-e


Eu amo a Pixar.

Esse fim de semana que passou, como comentei brevemente na postagem anterior, levei minha irmã para assistir Wall-e no cinema. Acredito até que eu estava mais ansioso por ver o filme do que ela, mas isso não vem a esta discussão.

Wall-e é a sigla de Waste Allocation Load Lifters - Earth Class, que é a identificação deste tipo de robô. Na história, nós, espertos seres humanos, deixamos o nosso planeta num estado insustentável para curtir um divertido cruzeiro de férias enquanto os Wall-e's arrumavam a nossa bagunça por aqui.

Setecentos anos se passam e apenas um exemplar destes robôs continua na Terra. Ele prossegue com o seu trabalho normalmente, compactando o lixo e empilhando na forma de gigantescos prédios. E, dentro de toda a sujeira, colhia para si os objetos que julgava mais importante, preservando a história e a essência dos homens que por ali passaram. De filmes a lâmpadas, seu depósito-casa era o ambiente mais agradável do planeta destruído.

Então, seu mundo muda quando chega a sonda Eva, a procura da vida que provaria a sustentabilidade do planeta para os humanos viajantes. Era a chegada do primeiro ser naquele lugar, além dele e da barata que o acompanhava. Inicia-se então uma jornada movida pelo sentimentos entre os dois robôs, a determinação de cumprir uma missão e a reabilitação da nossa espécie.

A beleza do filme é dada pela falta de diálogos e, especialmente, daquelas trágicas piadinhas dubladas. É sensível no drama da existência do robô solitário, assim como eu acredito que "Eu sou a lenda" deveria ter sido. Eu devo ser o único maluco que preferia que o filme fosse todo parado, sem aquela agitação toda do final.

A mensagem que o filme tenta transmitir é um alerta para com a alienação da nossa sociedade, não só para com as questões ambientais em termos ecológicos. Através das vantagens dos grandes avanços tecnológicos, as distâncias se tornam pequenas até para em termos astronômicos, contudo, só parece aumentar entre cada um e o seu ambiente. E nisso, considerando ambiente de relações interpessoais a conservação da natureza.

Pelo mais que a busca do conforto e comodidade seja um dos grandes impulsionadores de nosso desenvolvimento tecnológico e científico, não podemos esquecer a responsabilidade que temos para com o futuro e com as outras formas de vida, que não os nosso semelhantes.

Mais do que recomendo o filme, especialmente para os fãs de animação. Wall-e tem uma produção incrível , que faz você esquecer que é uma animação em boa parte do longa (com a excessão dos humanos que aparecem...). Se quiser sair de casa para se divertir, esse é um bom motivo !

Nota: Eu e Gabriela não resistimos e compramos os bonecos da foto.