quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

O ano de 2008

O meu ano de 2008 começou na praia e terminou na praia.
Comecei em uma aventura na praia da Barra, ao lado dos meus amigos de todo o sempre, Cleber e Rennan, rumo a rave e uma noite de longas caminhadas. Terminou com Fantuzzi, Rene e Francisco em uma, agora sim, muito longa caminhada pela praia de Copacabana até o Arpoador.

Como deu para perceber, de diversão o ano de 2008 foi cheio.
Foram muitos lugares visitados, como o Mangue de sempre, o Shenaningans, o Maracanã e o Pão de Açúcar. Foram as festas, de aniversário e de encerramento da COSQ e do IQ. Foram, também, muitos jogos, como o futebol do IQ, o Ragnarok com a minha irmã, o Gartic, o Pictionary, o Banco Imobiliário dos Simpsons e, evidentemente, o meu PSP (e porque não o PS3 alheio?).

A arte engoliu o ano de 2008 de uma forma mais intesa do que o habitual.
A música, com os inesquecíveis shows de Joe Satriani e do Dream Theater e o ótimo Death Magnetic lançado pelo Metallica, além das muitas coisas que eu comecei a ouvir bastante, como Beatles. O cinema, com os muitos filmes que eu acho que nem conseguiria listar aqui, mas guardo o lugar para O Cavaleiro das Trevas, Wall-E e Ensaio sobre a Cegueira. Os seriados, como o Lost, que se dirige ao seu final, e o hilário The Big Bang Theory. Também não posso deixar de fora o lançamento do mangá da Turma da Mônica Jovem, que me fez lembrar os bons tempos das revistinhas.

2008 também foi um ano entupido de trabalho.
Afinal, todas as matérias da faculdade deram bastante trabalho, fossem com seus trabalhos enlouquecidos e relatório enormes ou com os volumes de matéria avassaladores para as provas mais bisonhas, até mesmo para aprender a dirigir. ambém teve a monitoria do laboratório de informática, as várias coisas que aprendi na iniciação científica, as participações na COSQ e no CAIQ.

Nesse último ano eu aprendi bastante sobre as pessoas, para o bem e para o mal. Confiei, desconfiei, compartilhei, reestringi, temi, enfrentei, odiei e amei. É, foi um jogo louco dos sentimos.

No fim, acredito que todo o trabalho é recompensado, de uma forma ou de outra, só não podemos é parar.
Feliz 09' a todos os zero leitores que eu tenho!