31 de Agosto de 2007.
Que dia. E um dia daqueles, de eu colocar um post inteiro sobre, mas não para que se leia (já que ninguém lê), mas para que simplesmente eu não me esqueça de nenhum detalhe.
Começou como um dia normal, acordar um pouco tarde (uns cinco minutos), então correr pra tomar banho e andar rápido para não perder a van, que aliás, eu perdi por questão de o que... menos de uns cinco minutos!!! Eu cheguei a vê-la antes.
Eis então que as duas primeiras cenas inusitadas do dia acontecem...
A primeira foi eu ver ao vivo um 910 sem vidros amarelos e com bancos, e acredite, acolchoados. A segunda foi chegar ao jornaleiro e ver que a CoverGuitarra do mês de Setembro já chegou xD e tem uma incrível matéria de tapping, que eu aliás andava estudando sozinho...
Pois bem... até aí tudo normal. Peguei a van seguinte, li um pouco da Cover enquanto esperava a van encher... e lá vou eu para o Fundão, cortando caminhos velozmente e chegando vinte minutos antes da aula no CT (8 horas)... Apesar do motorista ter deixado na esquina e bem no meio da rua e eu quase (QUASE MESMO) ter sido atropelado por um ônibus Niterói, esse não foi o fato mais bizarro do pré-aula. Encontrei o Tuninho no elevador, com seu uniforme de judô, comendo tapioca e querendo saber o resultado do jogo do Vasco. E então cheguei na sala.
E era A Aula do dia. A última aula da Susan como nossa professora de cálculo, já que o Adriano (titular) está em recuperação (última?). Quando cheguei todos já tinham chegado e estavam no corredor esperando a professora e a chave da sala, menos o Erick, que pela 3a vez seguida faltava a aula. E ela chegou, e como chegou. E sem a chave, Rene se dispôs a buscá-la na secretaria (tinha que ser...) e no meio de muitas risadas efetuou a incrível corridinha a lá clipe de metal melódico, e até a professora riu. Quando ele chegou e abriu a porta, todos batemos palmas no corredor.
É, e a aula nem começou. Aliás, o Erick chegou logo depois disso, e sentou do meu lado para garantir o entretenimento. Entre vários comentários sobre a aula, sobre a professora, dúvidas, perguntas idiotas, lembranças do "Exercícios Bom" e "É para fazer o trabalho e não para ficar olhando pra mim" se passaram as duas e inesquecíveis horas da manhã, e assim se foi embora a professora e a nossa ferramenta de implicância com o lado feminino da turma.
Criamos então a Lista do Pistoleiro. Uma lista, como o nome obviamente sugere, que se refere a todos os filhos da puta que queremos, por algum motivo, tirar do mapa.
Chegou a hora vaga do almoço. É, aquela coisa, PingEXP, orkuts alheios, ouvir Slayer no CAIQ (e espantar pessoas ecléticas), passar de fase no Riddle, caminhar até o bloco H com o Fantuzzi (e ver a Susan no caminho duas vezes), almoçar no Carandirú com Erick e Rene, com direito à saga de GalhowsMan, Comê-la e Pica-Pau, do Bonde do Pica-Pau Amarelo, além de vários conselhos sentimentais (sentimentais?)...
Veio então a aula do Hannibal, e acho que essa parte não tem muita história, afinal, quem vai querer saber de decomposição de vetores de força e leis de Newton?
O horário de ócio retorna após a três da tarde, quando encontrei um Rene enlouquecido na ligação ABC, xingando o mundo por ter esquecido de um pequeno convite... E voltamos para o bloco G, e para o A, e para o CAIQ.
Lá estava Erick estudando FisQui e/ou cochilando (bolinhas quebradas), vieram conversas sobre livros no laboratório de InorgExp., buscas de itinerários abortados (acabei não indo ao show da professora do meu pai graças ao trânsito recente do Fundão).
Eis que surge ele. O Cara Estranho (ainda não apelidado). Assim como na sexta feira passada, chegou assustadoramente ao CAIQ e lá permaneceu sem nada fazer, apenas observando os jogos de cartas insanamente. Encontramos então a diretora do IQ, que por sua vez chamou o vice, que por sua vez chamou o segurança, que por sua vez chamou O Cara, e assim se retiraram do IQ. Nesse meio tempo, eu, por minha vez, chamei o pessoal do laboratório para ver a cena.
Novamente ócio. Uma ida ao Campeão, Erick levando um Hippon da Nívea na escada ao tentar ganhar a corrida e o direito de tacar o salgado do sétimo andar, retorno do Rene com histórias assutadoras da física 2. Era hora de juntar o pessoal e partir para o Mangue.
E lá foi o Bonde do IQ... no ponto do ônibus surgiu o famoso Petrópolis, e depois de deu dizer que o Cubinho o havia perdido ele brotou do inferno na minha frente e pegou o ônibus. Bem, muita zoação com os outros bondes e professores malditos...
Essa parte do Mangue não entrarei em muitos detalhes, mas vale lembrar dos biscoitos fofura, dos ambientes de pagode e funk, da falta de atitude (né maldito?), do cartaz "vai se fuder", do "colega! quer ficar com vc", da mina bêbada que levou o capote de verdade onde eu tava, do gordão que tava desenrolando quando a calça dele caiu, de mais falta de atitude, e de muita zuera.
No caminho até casa, teve o carro que molestou a Nívea (sim, o carro vermelho), o Rene pegando o ônibus sozinho e deixando a menina sozinha lá, meu conto sobre como deixei de ser bonzinho, o ônibus que pára fora do ponto e não pára no ponto, a Avenida Brasil, o pagode da Avenida Brasil, o Salsichão que o Erick gosta (quem diria... uhauhauah) e o 355 que morria na ladeira e que espertamente errou o caminho!!!
É, lá vim eu pra casa, respondi scraps do emo que me xingou do nada, de assuntos musicais, de trabalho, fiz um player pro Fantuzzi, atualizei o site do Rene, baixei o cd do Elvenking (que ouvirei logo que terminar aqui) (graças ao link do Cleber), enfim, curti o fim do dia, e agora escrevo sobre ele...
Esqueci que a matéria da aula de cálculo 4 foi convulsão... motivo pelo qual eu e Erick rimos a aula inteira.
Puxa, que vida boa.
Muito Obrigado!
Carlos Eduardo
Originalmente postado em Bards Around, em 31 de agosto de 2007, há um ano atrás.
E pensar que, a coisa mais importante que aconteceu esse dia, eu nem citei.
Agora nem vivo mais sem ela.
Que dia. E um dia daqueles, de eu colocar um post inteiro sobre, mas não para que se leia (já que ninguém lê), mas para que simplesmente eu não me esqueça de nenhum detalhe.
Começou como um dia normal, acordar um pouco tarde (uns cinco minutos), então correr pra tomar banho e andar rápido para não perder a van, que aliás, eu perdi por questão de o que... menos de uns cinco minutos!!! Eu cheguei a vê-la antes.
Eis então que as duas primeiras cenas inusitadas do dia acontecem...
A primeira foi eu ver ao vivo um 910 sem vidros amarelos e com bancos, e acredite, acolchoados. A segunda foi chegar ao jornaleiro e ver que a CoverGuitarra do mês de Setembro já chegou xD e tem uma incrível matéria de tapping, que eu aliás andava estudando sozinho...
Pois bem... até aí tudo normal. Peguei a van seguinte, li um pouco da Cover enquanto esperava a van encher... e lá vou eu para o Fundão, cortando caminhos velozmente e chegando vinte minutos antes da aula no CT (8 horas)... Apesar do motorista ter deixado na esquina e bem no meio da rua e eu quase (QUASE MESMO) ter sido atropelado por um ônibus Niterói, esse não foi o fato mais bizarro do pré-aula. Encontrei o Tuninho no elevador, com seu uniforme de judô, comendo tapioca e querendo saber o resultado do jogo do Vasco. E então cheguei na sala.
E era A Aula do dia. A última aula da Susan como nossa professora de cálculo, já que o Adriano (titular) está em recuperação (última?). Quando cheguei todos já tinham chegado e estavam no corredor esperando a professora e a chave da sala, menos o Erick, que pela 3a vez seguida faltava a aula. E ela chegou, e como chegou. E sem a chave, Rene se dispôs a buscá-la na secretaria (tinha que ser...) e no meio de muitas risadas efetuou a incrível corridinha a lá clipe de metal melódico, e até a professora riu. Quando ele chegou e abriu a porta, todos batemos palmas no corredor.
É, e a aula nem começou. Aliás, o Erick chegou logo depois disso, e sentou do meu lado para garantir o entretenimento. Entre vários comentários sobre a aula, sobre a professora, dúvidas, perguntas idiotas, lembranças do "Exercícios Bom" e "É para fazer o trabalho e não para ficar olhando pra mim" se passaram as duas e inesquecíveis horas da manhã, e assim se foi embora a professora e a nossa ferramenta de implicância com o lado feminino da turma.
Criamos então a Lista do Pistoleiro. Uma lista, como o nome obviamente sugere, que se refere a todos os filhos da puta que queremos, por algum motivo, tirar do mapa.
Chegou a hora vaga do almoço. É, aquela coisa, PingEXP, orkuts alheios, ouvir Slayer no CAIQ (e espantar pessoas ecléticas), passar de fase no Riddle, caminhar até o bloco H com o Fantuzzi (e ver a Susan no caminho duas vezes), almoçar no Carandirú com Erick e Rene, com direito à saga de GalhowsMan, Comê-la e Pica-Pau, do Bonde do Pica-Pau Amarelo, além de vários conselhos sentimentais (sentimentais?)...
Veio então a aula do Hannibal, e acho que essa parte não tem muita história, afinal, quem vai querer saber de decomposição de vetores de força e leis de Newton?
O horário de ócio retorna após a três da tarde, quando encontrei um Rene enlouquecido na ligação ABC, xingando o mundo por ter esquecido de um pequeno convite... E voltamos para o bloco G, e para o A, e para o CAIQ.
Lá estava Erick estudando FisQui e/ou cochilando (bolinhas quebradas), vieram conversas sobre livros no laboratório de InorgExp., buscas de itinerários abortados (acabei não indo ao show da professora do meu pai graças ao trânsito recente do Fundão).
Eis que surge ele. O Cara Estranho (ainda não apelidado). Assim como na sexta feira passada, chegou assustadoramente ao CAIQ e lá permaneceu sem nada fazer, apenas observando os jogos de cartas insanamente. Encontramos então a diretora do IQ, que por sua vez chamou o vice, que por sua vez chamou o segurança, que por sua vez chamou O Cara, e assim se retiraram do IQ. Nesse meio tempo, eu, por minha vez, chamei o pessoal do laboratório para ver a cena.
Novamente ócio. Uma ida ao Campeão, Erick levando um Hippon da Nívea na escada ao tentar ganhar a corrida e o direito de tacar o salgado do sétimo andar, retorno do Rene com histórias assutadoras da física 2. Era hora de juntar o pessoal e partir para o Mangue.
E lá foi o Bonde do IQ... no ponto do ônibus surgiu o famoso Petrópolis, e depois de deu dizer que o Cubinho o havia perdido ele brotou do inferno na minha frente e pegou o ônibus. Bem, muita zoação com os outros bondes e professores malditos...
Essa parte do Mangue não entrarei em muitos detalhes, mas vale lembrar dos biscoitos fofura, dos ambientes de pagode e funk, da falta de atitude (né maldito?), do cartaz "vai se fuder", do "colega! quer ficar com vc", da mina bêbada que levou o capote de verdade onde eu tava, do gordão que tava desenrolando quando a calça dele caiu, de mais falta de atitude, e de muita zuera.
No caminho até casa, teve o carro que molestou a Nívea (sim, o carro vermelho), o Rene pegando o ônibus sozinho e deixando a menina sozinha lá, meu conto sobre como deixei de ser bonzinho, o ônibus que pára fora do ponto e não pára no ponto, a Avenida Brasil, o pagode da Avenida Brasil, o Salsichão que o Erick gosta (quem diria... uhauhauah) e o 355 que morria na ladeira e que espertamente errou o caminho!!!
É, lá vim eu pra casa, respondi scraps do emo que me xingou do nada, de assuntos musicais, de trabalho, fiz um player pro Fantuzzi, atualizei o site do Rene, baixei o cd do Elvenking (que ouvirei logo que terminar aqui) (graças ao link do Cleber), enfim, curti o fim do dia, e agora escrevo sobre ele...
Esqueci que a matéria da aula de cálculo 4 foi convulsão... motivo pelo qual eu e Erick rimos a aula inteira.
Puxa, que vida boa.
Muito Obrigado!
Carlos Eduardo
Originalmente postado em Bards Around, em 31 de agosto de 2007, há um ano atrás.
E pensar que, a coisa mais importante que aconteceu esse dia, eu nem citei.
Agora nem vivo mais sem ela.
