Pois bem. Estava eu indo para a faculdade numa bela quarta-feira. Ouvia pela septuagésima vez o disco novo do Dream Theater e seguia meu caminho tranquilamente. Passei pela banca da entrada do Nova América e, então, me lembrei da Galileu. Procurei, e não achei. Perguntei ao jornaleiro, que rapidamente a encontrou, e adquiri a minha companheira de viagens.Comecei a ler ela no ônibus até a faculdade mesmo. Até então, eu via a Galileu como uma revista bem densa. Não pesada como a SciAm, mas excessivamente séria, como é normal da Editora Globo. O que eu obtive foi uma surpresa bem agradável, em uma publicação bem mais recheada do que o habital Guia-dos-Idiotas da Super.
A Galileu passou por uma reformulação, que acabei por provar nesta edição, quase que acidentalmente. O visual, mais moderno e leve, dá um gosto todo especial ao leitor. Além do que, a revista prega o mundo bem além de suas páginas, mostrando seu próprio blog e, claro, o Twitter.
A matéria da capa, sobre o Google e a sua ameaça fantasma. Talvez não tenha assunto presente e interessante para ser falado. Do lado de dentro: a vez da malária, o Brasil Nuclear, Cérebro eletrônico, a queda do rei do spam, dentre muitos outros assuntos.
Assim sendo: Ciência + Tecnologia + Cultura + Consumo = Galileu.
Aprovada por mim e, a partir de agora, recomendada a todos que gostam de uma boa e macia leitura sobre um mundo de verdade, que nem sempre ouvimos sobre por aí.
