"Volte aqui, Amadeo!" disse, em voz alta, o alto homem do outro lado da rua. O jovem, a quem gritara, apenas acenara com a cabeça, ao virar para conferir quem o chamara. O timbre da voz de Blankh já era mais do que conhecido por ele, mas a cidade parecia abafar qualquer clareza de som.
Era uma época especial para todos os que habitavam aquele local. Comemorava-se a chegada das Aves do Norte, que prenunciava a primavera daquelas terras. Talvez fossem os animais mais belos de todo o continente, e raras eram as oportunidades de vê-los. Visitantes das cidadelas vizinhas e viajantes do mundo se reuniam aos moradores e lotavam cada metro quadrado do terreno para apreciar este sublime momento da natureza. O dia era muito esperado.
Blankh e seu amigo, Amadeo, eram dois destes viajantes que aguardavam ansiosamente o pôr-do-sol avermelhado e, assim, o começo da nova estação. Passavam o seu terceiro dia em Tarckra, planejavam seu primeiro momento de descanso. Blankh não havia feito nada além de trabalhar na arrumação da Grande Praça para os eventos principais daquela noite. Amadeo, no entanto, já parecia conhecer cada beco como se lá a tanto morasse.
Estavam no Mercado Aberto da cidade. Um verdadeiro universo do comércio nessa área. A dupla havia perdido horas de sua manhã em busca do artefato que precisavam para completar seu trabalho. Amadeo se encontrava eufórico, enquanto seu companheiro de longos cabelos negros se mostrava paciente como sempre, mesmo depois de ser deixado sozinho num lugar tão pouco identificável. De tantas e tantas barracas vistas e mercadores interrogados, a última esperança era o impulso do pequeno garoto de cabelos arrepiados.
O jovem aventureiro ia então, em um imaturo ato de exibicionismo. Adiantava-se ao pedido de Blankh e se dirigia ao local onde acreditava conseguir obter o que este precisava para terminar os serviços da tarde. Sentara então, em meio a multidão do Mercado, no primeiro lugar que encontrara para poder se recostar. Esperava apenas que Amadeo o encontrasse ali, e em breve. Ao menos podia se distrair com a exótica música local que soava de toda a parte.
Era uma época especial para todos os que habitavam aquele local. Comemorava-se a chegada das Aves do Norte, que prenunciava a primavera daquelas terras. Talvez fossem os animais mais belos de todo o continente, e raras eram as oportunidades de vê-los. Visitantes das cidadelas vizinhas e viajantes do mundo se reuniam aos moradores e lotavam cada metro quadrado do terreno para apreciar este sublime momento da natureza. O dia era muito esperado.
Blankh e seu amigo, Amadeo, eram dois destes viajantes que aguardavam ansiosamente o pôr-do-sol avermelhado e, assim, o começo da nova estação. Passavam o seu terceiro dia em Tarckra, planejavam seu primeiro momento de descanso. Blankh não havia feito nada além de trabalhar na arrumação da Grande Praça para os eventos principais daquela noite. Amadeo, no entanto, já parecia conhecer cada beco como se lá a tanto morasse.
Estavam no Mercado Aberto da cidade. Um verdadeiro universo do comércio nessa área. A dupla havia perdido horas de sua manhã em busca do artefato que precisavam para completar seu trabalho. Amadeo se encontrava eufórico, enquanto seu companheiro de longos cabelos negros se mostrava paciente como sempre, mesmo depois de ser deixado sozinho num lugar tão pouco identificável. De tantas e tantas barracas vistas e mercadores interrogados, a última esperança era o impulso do pequeno garoto de cabelos arrepiados.
O jovem aventureiro ia então, em um imaturo ato de exibicionismo. Adiantava-se ao pedido de Blankh e se dirigia ao local onde acreditava conseguir obter o que este precisava para terminar os serviços da tarde. Sentara então, em meio a multidão do Mercado, no primeiro lugar que encontrara para poder se recostar. Esperava apenas que Amadeo o encontrasse ali, e em breve. Ao menos podia se distrair com a exótica música local que soava de toda a parte.
