Até os elefantes disputavam o espaço por ali. Talvez fosse sim vantagem, tão grande quanto o próprio, montar um daqueles: nada continuava em sua frente. Mesmo assim, Blankh não percebeu quando um deles teve que ser manobrado bruscamente para evitar sua colisão com este. Esta manobra ainda derrubaria um outro vendedor de bebidas que saía carregado de sua pequena barraca, mas poucos notaram isso além dele mesmo.
Já estava cansado de se perguntar como havia parado naquele lugar tão intenso. Percebia que era o único indivíduo que não estava em movimento ou em alguma atividade comunicativa específica. Admirava, enfim, a loucura extensiva da sociedade dos homens. Pensava que, se todos parassem como ele, por um único minuto, talvez pudessem juntos repensar o destino daquele mundo. O que aconteceria a seguir seria, no entanto, exatamente o contrário do que desejara.
Um chamado ecoou por todo aquele corredor. Pela conta dele, deveriam ser meia dúzia de guardas reais. Vestidos nas armaduras mais imponentes que já havia visto, pareciam enormes e invencíveis. Abriam passagem de uma maneira muito mais eficiente que os próprios elefantes. Se apenas os moradores de Tarckra ali estivessem, talvez não ocorresse um terço da confusão.
Aglomeravam-se todos a frente para ver o que passava. Gritos se espalhavam entre os populares, parecia que o Rei de Tarckra aparecia para dar início as comemorações. A curiosidade, então, tomou o jovem aventureiro. Enfrentou toda aquela barreira humana, perdendo a conta dos empurrões e pisões que tomara. Saltou sobre uma caixa que um vendedor repousara enquanto acompanhava a carreata.
E Blankh o viu. Estava sentado sobre o um majestoso trono, do alto do maior elefante branco que havia visto por ali, aliás, o único. O homem olhava sério, de cima, para todos os que o saudavam. Em meio a palmas e chamados, seus olhos cruzaram com os de Blankh. Estivera, enfim, certo de que se encontrava no lugar certo.
Já estava cansado de se perguntar como havia parado naquele lugar tão intenso. Percebia que era o único indivíduo que não estava em movimento ou em alguma atividade comunicativa específica. Admirava, enfim, a loucura extensiva da sociedade dos homens. Pensava que, se todos parassem como ele, por um único minuto, talvez pudessem juntos repensar o destino daquele mundo. O que aconteceria a seguir seria, no entanto, exatamente o contrário do que desejara.
Um chamado ecoou por todo aquele corredor. Pela conta dele, deveriam ser meia dúzia de guardas reais. Vestidos nas armaduras mais imponentes que já havia visto, pareciam enormes e invencíveis. Abriam passagem de uma maneira muito mais eficiente que os próprios elefantes. Se apenas os moradores de Tarckra ali estivessem, talvez não ocorresse um terço da confusão.
Aglomeravam-se todos a frente para ver o que passava. Gritos se espalhavam entre os populares, parecia que o Rei de Tarckra aparecia para dar início as comemorações. A curiosidade, então, tomou o jovem aventureiro. Enfrentou toda aquela barreira humana, perdendo a conta dos empurrões e pisões que tomara. Saltou sobre uma caixa que um vendedor repousara enquanto acompanhava a carreata.
E Blankh o viu. Estava sentado sobre o um majestoso trono, do alto do maior elefante branco que havia visto por ali, aliás, o único. O homem olhava sério, de cima, para todos os que o saudavam. Em meio a palmas e chamados, seus olhos cruzaram com os de Blankh. Estivera, enfim, certo de que se encontrava no lugar certo.
