Não vou mentir para você: muitas vezes tenho vontade de mudar.
Tudo soa como uma amarga prisão ao nada.
O tempo corre e as lágrimas escoam.
Existe limite apenas para a alegria?
A vontade é de não fazer nada, de não mover uma palha.
Deixe que o vento bata e leve, que ele decida para onde e carregue.
Ele não permitirá, ele decidirá as suas opções.
Mesmo que ele seja apenas uma vidraça.
Monte sua tabela e construa o gráfico.
O que isso vai lhe dizer? O que uma curva vai ser?
Pó por pó. Cinzas por cinzas. Teoria por teoria.
Qual a semelhança entre amor e paixão?
Seja eterno mesmo que a melodia não a siga.
Crescendo, vibrando. Sem paciência.
Que a vontade me permita dar um passo ainda a frente.
Que a realidade não me permita elevar em chamas.
Em cinzas e pó tornar, do essencial místico para o real palpável.
Da tortura se tira a força.
É o que acreditamos.
É o que precisamos acreditar em, para que tanto tenha sentido.
E para que querer tal sentido, quando é única a grandeza mesmo que não sua direção?
Mesmo que não entenda o mundo, questão não faço do mesmo.
Acendam as fogueiras e avisem, eles estão chegando.
Crescente por toda liberdade.
Tomar um último suspiro antes de saltar.
O último gole, no pulso do empuxo.
Se da arte se retira um sorriso, da mesma se toma a beleza.
Reduz-se o sensível a números, lançados e combinados.
Até a própria energia, enfim, descança.
Que das idéias venham rabiscos, que de tão pouco representam.
Do frito e do brilhante, independentemente.
Tão quanto não tenho dúvidas de que preciso organizá-las.
Por enquanto, vou tentar, pelo menos, concretizá-las. Não esquecer.
De tão truncado quanto era o bolero, resolva-se.
Feria na rocha para chegar ao outro lado.
Deseje que retorne, apenas deseje.
Três pedidos, pare de esfregar.
Aglutinado ao mesmo estado, de quem queria provar o mundo.
Gerado degenerado genericamente genializado.
Esqueça-se nas rimas e delicie-se.
Aproveite cada segundo que já perdera.
Leia, pense, imagine, sinta.
A nuvem não mais se move.
Determine seu próprio sentido, pense no resto depois.
A primeira porta que se deve abrir está depois de saltar seu próprio muro.
Escrito em 15 de Setembro de 2008, durante uma aula de métodos físicos em química inorgânica.
Tudo soa como uma amarga prisão ao nada.
O tempo corre e as lágrimas escoam.
Existe limite apenas para a alegria?
A vontade é de não fazer nada, de não mover uma palha.
Deixe que o vento bata e leve, que ele decida para onde e carregue.
Ele não permitirá, ele decidirá as suas opções.
Mesmo que ele seja apenas uma vidraça.
Monte sua tabela e construa o gráfico.
O que isso vai lhe dizer? O que uma curva vai ser?
Pó por pó. Cinzas por cinzas. Teoria por teoria.
Qual a semelhança entre amor e paixão?
Seja eterno mesmo que a melodia não a siga.
Crescendo, vibrando. Sem paciência.
Que a vontade me permita dar um passo ainda a frente.
Que a realidade não me permita elevar em chamas.
Em cinzas e pó tornar, do essencial místico para o real palpável.
Da tortura se tira a força.
É o que acreditamos.
É o que precisamos acreditar em, para que tanto tenha sentido.
E para que querer tal sentido, quando é única a grandeza mesmo que não sua direção?
Mesmo que não entenda o mundo, questão não faço do mesmo.
Acendam as fogueiras e avisem, eles estão chegando.
Crescente por toda liberdade.
Tomar um último suspiro antes de saltar.
O último gole, no pulso do empuxo.
Se da arte se retira um sorriso, da mesma se toma a beleza.
Reduz-se o sensível a números, lançados e combinados.
Até a própria energia, enfim, descança.
Que das idéias venham rabiscos, que de tão pouco representam.
Do frito e do brilhante, independentemente.
Tão quanto não tenho dúvidas de que preciso organizá-las.
Por enquanto, vou tentar, pelo menos, concretizá-las. Não esquecer.
De tão truncado quanto era o bolero, resolva-se.
Feria na rocha para chegar ao outro lado.
Deseje que retorne, apenas deseje.
Três pedidos, pare de esfregar.
Aglutinado ao mesmo estado, de quem queria provar o mundo.
Gerado degenerado genericamente genializado.
Esqueça-se nas rimas e delicie-se.
Aproveite cada segundo que já perdera.
Leia, pense, imagine, sinta.
A nuvem não mais se move.
Determine seu próprio sentido, pense no resto depois.
A primeira porta que se deve abrir está depois de saltar seu próprio muro.
Escrito em 15 de Setembro de 2008, durante uma aula de métodos físicos em química inorgânica.
